quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Documentário sobre cena da música eletrônica na pandemia ganha trailer

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Já está disponível o trailer do documentário "Puta Dor", que aborda a articulação a cena de música eletrônica na pandemia durante a pandemia. Incluindio aí, nomes da cena de Belo Horionte.

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O doc reúne profissionais atuantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Berlim e Lisboa durante a pandemia de 2020. A proposta apresenta mais de de 30 envolvidos, entre eles alguns nomes da cena local de Belo Horioznte. Alguns dos envolvidos são: 

Ale Adas, La Puta Inês, Ruby Padam, Scorza, Spektro, Carol Mattos, Alma Negrot, Belisa, Fritzzo, Igor Albuquerque, Mary An, Metamorfo, Bruno Nuno, Sabine Passareli, Technovinho, Terr Music, Xoxottini, Um/Quarto Club, Teto Preto, Mamba Negra, Guilherme Moraes, Marco Paulo Rolla, Dama Dorme, Barsotti, Kaká Guimarães, Kedineoo, Raphael Dumaresq e Gabi Cara. 

O documentário "Puta Dor" é uma produção do grupo Troikka e a previsão de lançamento do doc é final de outubro. Aguardemos!

Sobre o grupo Troikka 

O grupo é formado por Dada Scáthach (artista plástica), David Resende (diretor artístico) e Nayara Macedo (diretora de conteúdo), que apresenta PUTA DOR - documentário 100% independente - como primeiro projeto. 

Dada atua na cena belo horizontina de música eletrônica desde 2019 e, aos 22 anos, usa da performance como meio de comunicação para pautas de resistência e como propagadora de conceitos e visões, marcando presença em festas como MASTERp la n o, Mientras Dura, 1010, Horny, Fissura, Avulsa, INTIMA. David capta pelo olhar as palavras e movimentos que dialogam por meio da arte: na pista ou atrás dos palcos, desenvolve espaços de análise e codifica diferentes linhas de trabalhos críticos em edições memoráveis do techno, como na CARNAVALA 2020. Nayara trabalha com direção de conteúdo e desenvolveu na cena clubber a paixão pelas histórias singulares ali presentes. Além de uma vasta experiência no audiovisual, como através do Portal Kondzilla, uniu os ideais à pesquisas em audiovisual executadas em experiências de troca.

Segundo informações oficias, o Troikka surge em meio a pandemia a fim de dar espaço aos questionamentos sociopolíticos que tomaram cores e formas principalmente a partir desse momento de buscas intensamente interventivas. A intercessão audiovisual em espaços urbanos enfrenta o desafio do isolamento social e rastreia formas de articulação para captar, exibir e hackear através de olhares que conectam e ativam discussões em plataformas diversas e acessíveis. 

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