terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Atenção! É nesta quarta-feira o julgamento para criminalizar a LGBTfobia no Brasil

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Atenção! Nesta quarta-feira, 13 de fevereiro, finalmente, após adiamentos, o Supremo Tribunal Federal (STF) realizará o julgamento para decidir sobre a criminalização da LGBTfobia no Brasil. O que irá equiparar, legalmente, a LGBTfobia no país com o racismo e a discriminação religiosa.

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Obviamente, alguns religiosos, sobretudo evangélicos, estão fazendo campanha para a não criminalização porque se sentiram inibidos em seus cultos em "se expressarem" (critizar,  condenar, demonizare por aí vai né?) contra a homossexualidade e transexualidade.  

A ONG mundial All Out, reconhecida por sua seriedade pró-LGBT, chegou a criar em 2018 uma petição online sobre o assunto,  e o Muza reproduz abaixo alguns trechos que ajudam a entender sobre a improtância da criminialização da LGBTfobia no Brasil:

"Em um julgamento marcado para o dia 13 de fevereiro, o STF deve decidir: o Congresso brasileiro tem a obrigação de criminalizar a discriminação contra pessoas LGBT+, assim como fez com o racismo e a discriminação religiosa?
Com um presidente que prefere "um filho morto a um filho gay" e os episódios de violência contra pessoas LGBT+ aumentando pelo país, essa decisão é mais importante e urgente que nunca. 

Excelentíssimas Senhoras Ministras e Excelentíssimos Senhores Ministros do STF: 
Nós, cidadãs e cidadãos, viemos por meio desta petição apoiar o Mandado de Injunção 4733, que criminaliza a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero no Brasil. 
A violência contra pessoas LGBT+ em nosso país é um desafio que precisa ser enfrentado com urgência. 
Diante de ineficiência dos instrumentos existentes e da paralisia do Congresso Nacional em responder a essa situação, uma decisão favorável do STF nesse sentido vai impactar - e até mesmo salvar - as vidas de milhares de pessoas".

A All Out também criou nos últimos dias uma breve campanha intitulada "É Crime Sim" na qual convida: "Muita gente ainda acha que uma lei como essa não é importante, mas até a votação podemos mudar isso. Você, ou alguém que você conhece, já foi vítima de discriminação? Compartilhe sua história através da hashtag #ÉCrimeSim". 

Você pode ver e saber mais sobre a campanha clicando aqui (atenção: contêm relatos que podem ser condierados fortes, por envolver violência física e psicológica) ou até mesmo ter uma ideia com as imagens abaixo (que também possuem relatos semelhantes). 





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