segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Pesquisa aponta racismo de usuários em aplicativo voltado ao público gay

Loading

O racismo está presente, também, nos aplicativos voltados ao público gay. Ao menos é o que aponta uma pesquisa com usuários do aplicativo Chappy, voltado ao Reino Unido. Ao todo, 500 homens gays e bissexuais foram entrevistados. 

Siga o Muza no Facebookno Instagram e no Twitter! 

Segundo o levantamento, quase 40% quer que os aplicativos tenham filtros relacionaods a raça e 27% revelou que consideram a raça do parceiro na hora de fazer sua escolha de “pretendente”.  Além disso, homens gays negros, asiáticos ou de etnias minoritárias teriam 5 vezes mais chances de serem discriminados do que homens gays brancos. 

A pesquisa também apontou que 35% das etnias minoritárias, que incluem negros e asiáticos, se sentem vítimas de preconceito racial. Já 7% dos homens gays brancos se dizem vítima de preconceito racial. 

O fundador do aplicativo, Ozzy Amir, declarou sobre o resultado apontado na pesquisa: “Sob o disfarce de ‘preferências’, alguns se sentem confortáveis em ser abertamente racistas em relação às pessoas de etnias minoritárias... Frases como ‘não curto negros, afeminados e asiáticos’ se tornaram a nova norma... Um número significativo de pessoas de cor agora escolhe se separar da cultura gay tradicional por medo de sofrer mesma discriminação e hostilidade vistas online... Isso leva a um ciclo de autorreforço da exclusão e invisibilidade”. 

Siga o Muza no Facebookno Instagram e no Twitter!