sábado, 29 de dezembro de 2018

Madonna se torna embaixadora do Stonewall (ícone da história LGBT)

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2019 promete para Madonna e seus fãs, sobretudo os LGBT. Não apenas pelo aguardado novo disco, que terá parceria com Anitta, mas pela Rainha do Pop estar envolvida com a celebração de 50 anos do Stonewall. 

A organização Stonewall divulgou uma imagem de Madonna revelando que ela é uma das embaixadoras: “Rebelde. Pioneira. Rompe barreiras. Desbravadora. Ícone. Ativista. Mãe. Aliada. Embaixadora Stonewall. Hoje estamos insanamente orgulhosos de anunciar que Madonna é uma embaixadora da Stonewall apoiando o Stonewall Day no 50º aniversário da Stonewall!”. 

Até o momento não se sabe exatament o que isso realmente irá significar em ações para Madonna, mas em 28 de junho de 2019 celebra-se 50 anos da Rebelião de Stonewall. Madonna provavelmente deverá aparecer por lá, mas até o momento ela apenas divulgou uma imagem dela provavelmente dançando no bar na década de 70 ou 80. 


28 de junho é o Dia Internacional do Orgulho LGBT, Lésbico, Bissexual e Transgênero. 

Na década de 60 existia um bar em Nova York, chamado Stonewall, que era freqüentado por gays, lésbicas, bissexuais, simpatizantes e transgêneros. Tudo ia bem no local, com exceção das constantes revistas ou visitas repressivas que a polícia local fazia no bar.

Até que no dia 28 de junho de 1969, cansados da repressão policial, os freqüentadores do Stonewall iniciaram uma verdadeira rebelião contra esses atos de intimidação da polícia, que durou dias e ficou conhecida como “A rebelião de Stonewall”. É bom observar que os confrontos aconteceram antes dessa data, em menor proporção, mas neste dia foi mais intenso.

A rebelião culminou em uma marcha ocorrida no dia 1º de julho de 1970, em lembrança do aniversário do motim, se tornando assim a percussora das Paradas do Orgulho Gay, que felizmente, hoje são realizadas em várias partes do mundo.

Desta forma, A Rebelião de Stonewall se tornou um marco por ter sido a primeira vez que um grande número de LGBT´s se juntaram para resistir aos maus tratos e preconceitos que viviam.

Em 24 de junho de 2016, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama oficializou o bar como um monumento nacional.