sexta-feira, 8 de junho de 2018

Secretaria de Direitos Humanos compartilha história de casal formado por duas mulheres

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Como parte da ação para estimular a realização de casamento coletivo LGBT  em Belo Horizonte, a Secretaria de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania compartilhou a história do casal formado por duas mulheres: Daniela Auad e Cláudia Lahni. 

Como podemos ver na imagem abaixo e no post, Daniela tem 44 anos e é conselheira estadual de MG, pedagoga e casada com Cláudia, que tem 49 anos e é jornalista 

Abaixo o Muza reproduz para vocês o conteúdo na íntegra:

“Queremos respeito, direitos e visibilidade", declara Daniela Auad sobre sua união com Cláudia Lahni.

Para ela, a relevância do casamento entre pessoas do mesmo sexo diz respeito primeiramente a assegurar os direitos dessa família.

Além disso, a feminista acredita que a união é um passo significativo para a visibilidade, que possibilita dizer “nossa família existe!”. Uma vez que, o casamento, além de ser um ato de amor, é um ato político, no caso de pessoas LGBT.

Daniela conta o que mudou após a formalização: “Além do direito de termos um lembrança tão especial com a celebração e legitimação do nosso cotidiano, conquistamos o reconhecimento, a oficialização e a valorização. Então, é isso que muda. Nós não somos um caso. Eu não sou um caso da Cláudia. Nós somos casadas, e isso para nós é importante. Queremos, sim, ser uma família como motivação para outras, inclusive para as heterossexuais, porque a educação que damos para a nossa filha, o modo que nós nos a amamos e nos amamos é exemplar. Não queremos ser padrão ou um modelo, mas queremos ser e somos inspiração de afeto, de amor, e a esperança de uma sociedade melhor".