quinta-feira, 13 de abril de 2017

Campo de concentração para torturar homossexuais teria sido criado na Chechênia

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O assunto é sério e não foi retirado de um livro antigo sobre a segunda guerra, mas de depoimentos atuais de pessoas que vivem na Chechênia ou próximo ao país da região do cáucaso russo: 

Denúncias de ong pró-LGBT da Rússia, acusa a polícia e o governo do presidente Razman Kayrov, aliado presidente russo Vladimir Putin, de perseguir, prender e torturar homossexuais que vivem no país em um campo de concentração voltado para esse fim: eliminar os homossexuais que vivem na Chechênia ou expulsar os mesmos do país. 

Segundo relatos de publicações e militantes locais, cerca de 100 homossexuais já foram presos e 3 mortos. Nos tais campos de concentração eles são “orientados”  saírem do país. História absurda? A resposta do porta voz do governo reforça o medo e terror da vida de homossexuais que vivem lá:

"Não é possível prender ou repreender pessoas que simplesmente não existem na república. E mesmo que essas pessoas existissem na Chechênia, a polícia não precisaria se preocupar com elas, já que seus próprios familiares cuidariam de enviá-los aonde nunca mais poderiam voltar”.

Como explica o G1, no país são comuns os chamados "crimes em defesa da honra", em que indivíduos considerados infratores são mortos pela própria família. O presidente da Chechênia, Razman Kayrov, “promoveu” o islamismo no país e inaugurou uma mesquita em Grózni considerada a maior da Europa.


Presidente Razman Kayrov