segunda-feira, 30 de março de 2015

BH teve aperitivo do Lollapalooza com os ótimos shows de Foster The People, Major Lazer e Robert Plant

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Esse final de semana aconteceu em São Paulo a edição 2015 do Lollapalooza, mas Belo Horizonte recebeu uma prévia de um dos festivais músicas mais interessante ao longo da última semana, para a felicidade dos mineiros: Foster The People  e Bastille (quarta-feira, 25 de março); a lenda viva da música e do rock´n´roll: Robert Plant, o ex-vocalista do Led Zeppelin, e a indie St. Vincent(quinta-feira, 26 de março); e os dançantes e eletrônicos Skrillex, Dillon Francis e Major Lazer, projeto do badalado DJ e produtor Diplo (sexta-feira, 27 de março).

Foster The People era sem dúvida um dos shows mais aguardados, mas Bastille surpreenderam ainda mais pelo público adolescente-histérico que aguardava. Bastille foi a atração de abertura e surpreendeu a muitos presentes pela boa presença de palco, os covers inusitados (“Scrubs” da girlband TlC e “rhythm of the night” da Corona) e os cativantes hits “Things We Lost In The Fire” e “Pompeii”. Já Foster não tem uma presença de palco tão “entretener”, mas a potência da voz singular do vocalista Mark Foster e os diversos hits da banda, como a já clássica “Pumped Up Kicks”, foram o suficiente para deixar o público satisfeito, realizado e suado com o show!



No dia seguinte, foi a vez do público de BH se render a uma lenda viva da música e do rock´n´roll: Robert Plant, o eterno vocalista do Led Zeppelin. Mas antes de um clássico, uma novidade: a cantora St. Vincent, com seu som eletrônico e guitarra que rendeu a artista o prêmio de melhor disco alternativo no Grammy deste ano. Ela chamou muito atenção pelo visual e mesmo mais tarde sendo elogiada por Robert Plant, St. Vincent não conquistou todo o opúblico, mas era possível ver que algumas pessoas gostaram. Quando Robert Plant entrou no palco foi ovacionado e aplaudido de pé, tamanha sua potência e respeito, o que se confirmaria ao longo do show de quase 2 horas. O ex-líder do Led Zeppelin agradou e encantou a todos presentes, inclusive esse que vos escreve. Desde as releitura de clássicos do Led, como “Rock´n´Roll” e “What Out a Love” até as novas como “Rainbow”. Simplesmente um dos maiores vocalistas de todos os tempos em um digna performance. 


No último dia desse “mini Lollapalooza” foi a vez de todos dançarem e curtirem o som eletrônico de Major Lazer e Skrillex. Se Skrillex trouxe um som eletrônico “mais raiz” que empolgou a todos, foi Major Lazer quem se destacou ao fazer uma mistureba das boas com eletrônicos, elementos africanos e jamaicanos, além de tocar canções do funk brasileiro, incluindo Valesca Popozuda. Isso, sem contar a presença de palco de Diplo, que no início foi o melhor mestre de cerimônias possível, com direito a se colocar em uma enorme “bolha” de plástico e se jogar ao público, literalmente. 

Com esses 3 dias, o público de Belo Horizonte teve a oportunidade de vivenciar mais do que um aperitivo, mas uma boa ideia do Lollapalooza e ao mesmo tempo presenciar alguns dos melhores shows do Festival e quiçá da atualidade. Como dizem, quem pode ir aproveitou, quem não pode, perdeu. Simples assim. 

Texto por Valmique
Fotos por Diego Moreira (veja mais na página do Muza no Facebook). 

sexta-feira, 27 de março de 2015

Novo presidente da Comissão de Direitos Humanos quer a criminalização da homofobia

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Depois de tempos de trevas ala Marco Feliciano e após muita discussão política a Comissão de Direitos Humanos da Câmara tem, enfim, um novo presidente. O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) assumiu o cargo com promessa de pressionar o governo a enfrentar assuntos como a criminalização da homofobia, a descriminalização da maconha e do aborto.

Em entrevista para a revista Carta Capital, o deputado disse acreditar que o governo deve promover políticas públicas progressistas para evitar um retrocesso aos direitos civis e de minorias.

Perguntado sobre os principais temas a serem debatidos em sua gestão, Pimenta afirmou que vai convidar instituições de Direitos Humanos, setores evangélicos e o Poder Público para construírem uma pauta em conjunto. “Quero discutir desde a intolerância religiosa até a homofobia e chamar para esse debate os setores mais conservadores da comissão para que eles mostrem seus argumentos”, explicou.

O MuZa vai ficar de olho nas atividades da Comissão e espera que a nova presidência consiga trazer os movimentos sociais para o centro dos  debates. 


Série “Looking” é cancelada pela HBO

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Quem gosta de séries ficou #chateado essa semana. A HBO anunciou que a série Looking não será renovada devido à baixa audiência. Em comunicado, ela informou: 

“Depois de dois anos acompanhado Patrick e seu grupo de amigos na busca de amor e relacionamentos em São Francisco, a HBO vai apresentar o capítulo final dessa jornada num especial. Estamos ansiosos para compartilhar essa aventura com os fãs assíduos da série”. O último episódio da segunda temporada foi exibido no domingo.

Podíamos passar 2015 sem esta notícia triste, mas o que pode consolar os fãs de “Looking” – me incluo nessa – é o fato de que a HBO demonstrou interesse em encerrar a série com um filme. Ainda sem data para lançamento, o longa daria conta do final da segunda temporada, que deixou o último episódio em aberto.


quarta-feira, 25 de março de 2015

Grazi Massafera destaca a importância das travestis em sua vida

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Um dos ícones de beleza no Brasil, a atriz e apresentadora Grazi Massafera contou ao Luciano Huck, no programa Caldeirão do último final de semana, que foi com suas amigas travestis que teve sua primeira referência de beleza. 

Ela explicou que para participar de vários concursos de beleza em Jacarezinho, sua cidade natal, e em outras cidades do Paraná, contou com a solidariedade de várias estrelas da época, bem como Núbia e Fernanda Carraro. “Os vestidos que elas usavam no Miss Paraná Gay e no Miss Brasil Gay, eu usava depois nos concursos que eu participava. A minha referência de beleza aos 15 anos foram as travestis”, revelou. 

A loira afirmou ainda que costumava até rapar a sobrancelha, usar um cabelo loiríssimo e usar várias roupas das artistas. Grazi venceu o "Miss Paraná" e ficou em terceiro lugar no "Miss Brasil", ambos em 2004. O pontapé inicial de sua carreira de atriz foi após participar do BBB, em 2005. 


terça-feira, 24 de março de 2015

Em BH essa semana: shows de Foster The People, Robert Plant, Skrillex e Major Lazer

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Quem mora em Belo Horizonte e curte bons shows sabe que essa semana será agitada!  Fazem show em BH nada mais nada menos que os indies do Foster The People e Bastille (quarta-feira, 25 de março); a lenda viva da música e do rock´n´roll: Robert Plant, o ex-vocalista do Led Zeppelin (quinta-feira, 26 de março), que terá show de abertura de St. Vincent; e os dançantes Skrillex, Major Lazer (projeto com o badalado DJ e produtor Diplo) e Dillon Francis (sexta-feira, 27 de março).

Além de todos eles fazerem show em nossa querida capital, todos esses artistas são atrações do mega e ótimo festinal Lollapalooza 2015, que acontece em São Paulo no próximo final de semana. 

Ainda há ingressos disponíveis para compra pela internet (www.ticketsforfun.com.br), na bilheteria do Chevrolet Hall e nos demais pontos de venda espalhados pelo Brasil. O show é uma realização da TIME FOR FUN.

SERVIÇO 
BASTILLE E FOSTER THE PEOPLE
Data: 25 de março de 2015 – quarta-feira
Horário: 21h30
Local: Chevrolet Hall 
Ingressos: de R$90 a R$ 260

ROBERT PLANT AND THE SENSATIONAL SPACHE SHIFTERS E ST. VINCENT
Data: 26 de março de 2015 – quinta-feira
Horário: 21h20
Local: Chevrolet Hall 
Ingressos: de R$120 a R$ 320

CHEVROLET ONIX ON THE ROAD – LOLLAPALOOZA EDITION 2015 BELO HORIZONTE
LOLLAPALOOZA BH / LOLLA BH
Data: 27/03/2015 (sexta-feira)
Horário: 22h
Local: Chevrolet 
Ingressos: de R$ 80 a R$ 240

Para aquecer, vamos com duas músicas que vocês que acompanham o Muza com certeza conhecem e curtem! ;) 



Evento “Afazeres Queers” começa hoje em BH com debates, exposição, teatro e performances artísticas sobre sexualidade

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Começa hoje em BH e segue até o dia 1º de abril o “Afazeres Queers”, projeto selecionado para a Ocupação do Teatro Espanca! com teatro, performances, exposição, debates e grupo de estudos. 

O evento é uma produção do artista belo-horizontino Igor Leal por meio de seu projeto Beijo No Seu Preconceito com apoio do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT( UFMG) e o Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual! 

Este projeto propõe uma programação que concilia artistas, pesquisadorxs, ativistas e acadêmicxs no campo das artes, para debruçar acerca das estratégias queers e suas possíveis contribuições às artes, considerando uma diretriz que reconhece nas estéticas das artes visuais, performance, teatro-encenação, e em outras linguagens e suportes o seu potencial político.

Assim, criando um espaço de compartilhamento de arte e política, a “Afazeres Queers”: fortalece uma rede de atores sociais implicados numa cultura de paz, contra o preconceito, a violência homofobica e sexista, fomentando o debate artístico pró-diversidade(s) sexual(ais) e uma memória da cultura LGBT na cidade de Belo Horizonte.

Serviço
Afazeres Queers.
24 de Março a 01 de abril de 2015. 
Teatro Espanca! (Rua Aarão Reis, 542, Centro)

Abaixo, a programação completa!

:: GRUPO DE ESTUDOS
24, 26 e 31 de março | 10h às 13h
atividade gratuita

:: VIVITA | Lucas Martinelli (Buenos Aires/Argentina)
24 de março | terça-feira | 20h
ingresso: R$5

:: POR UMA PERFORMANCE QUEER OU O DIREITO AOS GRANDES LÁBIOS | Ana Luísa Santos (Belo Horizonte/MG)
25 de março | quarta-feira | 20h
ingresso: R$5 (para os dois trabalhos do dia)

:: CASA CORPO | Ed Marte (Belo Horizonte/MG)
25 de março | quarta-feira | 20h30
ingresso: R$5 (para os dois trabalhos do dia)

:: NÃO CONTE COMIGO PARA PROLIFERAR MENTIRAS (Belo Horizonte/MG) + bate papo com Nina Caetano (UFOP)
26 de março | quinta-feira | 20h
ingresso: R$5 

:: NÃO CONTE COMIGO PARA PROLIFERAR MENTIRAS (Belo Horizonte/MG) + bate papo com Marcos Alexandre (UFMG)
27 de março | sexta-feira | 20h
ingresso: R$5 

:: NOITE QUEEN QUEER | convidados
28 de março | sábado | 20h às 0h
contribuição voluntária

:: IMAGEM QUEER | Exposição de fotografias e artes visuais
29 de março | domingo | a partir de 14h
atividade gratuita

:: NOVA DUBAI | um filme de Gustavo Vinagre (Rio de Janeiro/RJ)
29 de março | domingo | 18h
atividade gratuita

:: ARTE E POLÍTICA: O CORPO QUEER NA ARTE CONTEMPORÂNEA - mesa redonda | Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT/NUH-UFMG
01 de abril | quarta-feira | 20h
atividade gratuita

segunda-feira, 23 de março de 2015

Pela primeira no Brasil, o Supremo Tribunal Federal se posiciona a favor de adoção por casais gays

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Toni e David com os filhos Alysson, Jéssica e Felipe (foto Rafael Danielewicz)


A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em reconhecer a adoção por um casal homossexual no Paraná ganhou a internet na ultima semana, sobretudo por ser a primeira vez que o STF se posiciona de forma favorável à esta questão. É uma vitória para as famílias constituídas pelos LGBT´s. Entretanto, é bom explicar que isso ainda não é lei no Brasil

O casal em questão, formado pelo professor Toni Reis e seu marido, David Harrad adotou um menino no ano de 2005. Porém enfrentaram dez anos de luta e dor de cabeça para ter esse direito garantido.

Em entrevista ao site Brasil Post, Toni resumiu a batalha. “O juiz do Paraná autorizou, mas impôs que tinha de ser menina e de 12 anos. Nós recorremos ao TJPR (Tribunal de Justiça do Paraná), que disse que podíamos adotar qualquer um. Mas o Ministério Público foi contra. Uma procuradora disse: 'vocês não são família'. E recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) e depois ao STF.” 

No Supremo a responsável por dar um fim a essa luta foi a ministra Cármen Lúcia, que negou recurso extraordinário do Ministério Público Estadual do Paraná contra a adoção pelo casal. 

A ministra mineira justificou sua decisão com estas palavras. “[...] interpretando por forma não-reducionista o conceito de família, penso que este STF fará o que lhe compete: manter a Constituição na posse do seu fundamental atributo da coerência, pois o conceito contrário implicaria forçar o nosso Magno Texto a incorrer, ele mesmo, em discurso indisfarçavelmente preconceituoso ou homofóbico."

A formalização da decisão pelo Supremo aconteceu dias antes do casal comemorar seus 25 anos de união. “Agora veio a maior instância do Judiciário a nosso favor”, declarou Toni, ex-presidente da ABGLT.

O Muza parabeniza o casal e o STF por avançar em seus entendimentos perante a realidade brasileira. E que mais e mais famílias tenham seus direitos garantidos.

 Por Marcos Castro 

domingo, 22 de março de 2015

ExcluZivo - Jujubee fala sobre RuPaul´s Drag Race, Demi Lovato, Gisele Bündchen e o Poder do Feminino

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Como sabem, no início desse mês a drag queen internacional Jujubee, que conseguiu fama mundial por sua participação no reality show RuPaul´s Drag Race (que ela participou de duas edições 2010 e 2012), esteve em Belo Horizonte como atração principal da festa @bsurda. O Muza esteve presente e realizou uma entrevista excluZiva com Jujubee, que logo no início, perguntou se havia algum problema ela fumar enquanto conversávamos. Claro que não tinha problema e talvez, até por isso, nossa conversa foi tão agradável como vocês podem confirmar abaixo. 

Muza – Você está acompanhando a nova temporada? Já tem alguma candidata favorita?
Sim! Claro! Adoro Katya, Trixie, eu adoro ela, eu gosto da Miss Fame, mas a odeio ao mesmo tempo – porque eu sei que ela é bonita, mas é uma bitch! (risos). Você pode escrever, aquela cara... é uma cara de vadia! Violet vai longe, ela é bem quieta. Ginger acho que vai  bem longe porque com aquele talento e personalidade, não dá para comparar, é só esperar os desafios, ela está escondendo ela vai nos mostrar muito. Minhas apostas estão em Violet e Ginger. Violet é jovem e Ginger está aí há um tempo e trabalhando muito. Elas são diferentes uma das outras, mas são muito boas. Eu adoro Katya, ela é minha irmã de Boston: Eu te amo Katya!

Muza - É sua quarta vez no Brasil, você deveria ter uma casa em nosso país (risos). Você imaginava todo esse sucesso aqui?  Ficou impressionada com o carinho dos brasileiros e a ansiedade deles em ver você?
Jujubee - Eu sou muito humilde e abençoada por fazer o que eu amo fazer, então, estar aqui tem sido um ótimo momento para eu perceber que eu estou fazendo algo bom.  Eu sempre digo isso, mas se você sente amor aqui é o lugar que deveria estar, e o Brasil é um desses lugares. Eu vi que a Demi Lovato quer voltar aqui, porque ela ama o Brasil.

Jujubee durante seu show em Belo Horizonte fazendo cover de Ariana Grande


Muza - Você conversou com ela (Demi Lovato) sobre o Brasil?
Não! (risos) Eu não a conheço pessoalmente, mas sou fã do trabalho dela. Eu a vi escrevendo algo no twitter como “eu tenho que voltar no Brasil”. Todo mundo ama o Brasil.

Muza –Então, você falaria para suas irmãs (outras drag queens) para virem ao Brasil?
Jujubee - Oh meu deus! Claro, eu adoro! 

Jujubbe - Você conhece Gisele Bundchen, certo? Ela vive em Boston, perto de onde eu moro. 
Muza – Mas você a conhece? Já foi lá fazer a boa vizinhança (risos)?
Jujubee - Eu nunca a vi, apesar de morarmos realmente perto. Mas ela é linda!

Muza - Eu não sei se você sabe, mas aqui em Belo Horizonte está havendo uma cena muito bacana de meninos que se vestem como meninas e de algumas drag queens mesmo (Toda Deseo, Dolly Piercing, a festa Dengue). Você teria algum conselho para eles?
Jujubee - Tudo que eu tenho a dizer para toda Queen que quer ser bem sucedida no que faz é seguir seu sonho e sinta que está fazendo a coisa certa. É um dom que você recebe, então siga seu coração. É a única coisa. Se você não se sente confortável, não faça. Mas se sim, faça! Há um plano para você, você cria o seu futuro.

Jujubee em mais um momento de seu show em BH, desta vez ela cantou Rihanna

Muza - Como você explica o fenômeno mundial Ru Pauls Drag Race. Afinal, você está aqui também por ter participado do programa.
Jujubee - É loucura né? O único motivo d´eu estar aqui é o RuPaul. Ser drag sempre foi uma coisa underground e agora é um destaque do entretenimento. As pessoas veem que somos pessoas de verdade e que amamos o que fazemos. E eu acho importante isso. E o RuPaul trouxe para o mundo todos esses talentos espetaculares para a TV da América e do mundo todo. Eu acho que o RuPaul e a Logo (canal de TV que exibe o programa) estão sendo fantásticos.

Muza - Por quê você decidiu ser drag queen e o que te inspira?
Jujubee - A razão por eu ser drag eu acho que é o poder feminino, que  é realmente algo grande e belo, e o mundo masculino coloca de lado. Como um homem gay eu sou muito feminino, mas eu nunca quis esconder isso. E felizmente eu não consigo esconder isso. Eu não consigo ser e nem estou tentando ser “macho”. Mas eu acho que Drag mostra ao mundo que a mulher e o feminino são uma força forte e até mais que a masculinidade. Porque os caras másculos tentam esconder as coisas, os sentimentos. Já as mulheres, garotas, elas estão em sua frente e querem cuidar de você, cheias de amor, e não estão assustadas. Porque às vezes os homens mais “masculinos” estão com medo, assustados, porque eles não querem demonstrar suas fraquezas. E eu não acho que isso seja ser fraco, todo mundo deveria mostrar suas emoções.  E eu sou muito sortudo por ser alguém feminino.  Isso faz sentido? Você me entende?

Sim Jujubee, não só entendo e concordo, mas vamos continuar essa conversa por e-mail, como combinamos, ok? ;) Abaixo, vocês podem ver ou rever o vídeo excluZivo no qual Jujubee manda um beijo para você: nosso querido internauta que acompanha o Muza :) 

 Por Valmique



Crítica - Rebel Heart: O coração rebelde de Madonna é romântico, dance e sexual

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Desde novembro de 2014 quando começou o vazamento das músicas do novo disco da Madonna algo era nítido: a Rainha do Pop estava de volta e tinha algo a dizer. Melhor, mais do que ter algo a dizer, ela queria dizer algo. O que mais tarde se confirmaria com o título do disco: Rebel Heart (Coração Rebelde).

Com as demos “vazadas”, com exceção de algumas, de maneira geral, podíamos ver que Madonna caminhava para algo que, de alguma maneira, já tinha feito em sua carreira: a rebelde de American Life (2003), combinando violões e batidas eletrônicas, em meio a letras pessoais sobre amor e críticas sociais. Obviamente, com as exceções “loucas” e adoráveis do produtor Diplo.

Mas Madonna nunca se limita e sempre traz algo novo. Assim, quando ela divulgou as 6 músicas na pré-venda do disco, também em dezembro, em razão justamente ao vazamento, a perspectiva ampliou: além da rebelde, também teríamos a romântica e a divertida, com direito a música com elementos do reggae (Unapolagetic Bitch). Quando as 6 músicas foram divulgadas oficialmente, tive a sensação de que sim, sem dúvida, Madonna estava de volta e em grande estilo: músicas fortes, cada uma a sua maneira.

Semanas depois, mais demos vazaram, 30 ao todo. Mas no fim, a versão final teve 25 canções, com excessão de 3, o resto já tinha sido ouvido nos vazamentos. Mas o que dá para perceber com as 25 músicas escolhidas é que Madonna preferiu ser mais Heart que Rebel, e que o seu lado Rebel, focou mais no sexual do que no político.

Com essas supostas escolhas, o que temos? Madonna falando sobre amor, desilusão amorosa, sexo e diversão, com elementos de produção mais eletrônica e menos elementos de cordas, como guitarra e violão. Exemplos significativos são as músicas “Joan Of Arc”, “Graffiti Heart” e “Beautiful Scars” que em comparação com as demos, que tinham um vigor rebelde de arranjos de violão e guitarras, estão aqueles elementos eletrônicos que deixam a música mais divertida, leve e...  adolescente? O que pode não ser ruim para quem não ouviu as demos, mas para quem ouviu, como eu, pode lamentar essa direção que o disco tomou. A própria Madonna pediu aos fãs para não ouvir, mas foi difícil resistir...  

O problema foi de quem ouviu as demos? O vazamento foi um teste? Madonna mesmo declarou em recente entrevista que o que ela gostou em Kanye West e Diplo foi justamente eles descontruírem as músicas originais, que foram criadas de maneiras simples para poderem ser tocadas apenas no violão ou no piano, e criarem outra praticamente nova. Reconheço que as batidas de Avicci realmente soavam datadas, mas ao mesmo tempo parecia conservar e/ou reforçar elementos líricos das músicas.


Mesmo assim, Rebel Heart, poderia ter sido mais consistentemente “Rebel” e menos “Heart” se ela tivesse, por exemplo, escolhido “Freedom”, “God Is Love” e “Revolution” (que tem a ótima frase “eu sou um poeta/você é um ladrão”) ao invés de “Hold Tight”, “Inside Out” e “Best Night”, por exemplo, e tivesse mantido a versão demo, com o devido aprimoramento que a produção final traz, para as canções já citadas: “Graffiti Heart”, “Joan Of Arc” e “Beautiful Scars” (Por que ela mudou essa música?!). Entretanto, o Rebel aqui se manifestou mais fortemente nas conotações sexuais para uma “senhora de 56 anos” que sempre abordou essa temática ao longo de sua vida e carreira: “Holy Water”, a já citada “Best Night” e “S.E.X.”.

É claro que nem toda as “novas versões”, como por exemplo “Devil´s Pray”, “Iconic”, “Rebel Heart”, “Boworred Time” e “Wash All Over Me”, deixaram a desejar, pelo contrário. Mas, porém, entretanto, todavia...  na música “Rebel”, lamento não estar presente aquele vocover dizendo “rebeeel heaaaart” e o elemento dance anos 80 no refrão; em “Boworred” o contraste dançante que a música tomava no final do refrão, poderia ser datado, mas era vigoroso; Em “Wash”, realmente aquela batida eletrônica que apesar de gerar um contraponto interessante musicalmente (violinos e eletrônico), mas não poderia ficar do jeito que estava, por lembrar alguma produção simples de Wanessa ou Lorena Simpson, sem ofensa às divas nacionais.

Com o montante, 25 músicas, o que é muito e digno de congratulações, não acho que Madonna deu grandes passos em relação ao MDNA, de 2012, como um todo. Mas, obviamente, são discos bem diferentes. E Rebel se destaca em relação ao próprio MDNA e está anos luz de Hard Candy (2008) e talvez seja até melhor que Confessions (2005), sobretudo no conteúdo das letras;



Mas fato é que Rebel Heart traz méritos únicos na carreira da Madona: nunca antes ela falou tanto sobre amor de uma maneira simples e honesta ( a bela “HeartBreak City”, é um belo exemplo disso – e sem querer ser chato, a demo era sutilmente mais bonita), é um disco com letras mais ricas e ao mesmo tempo simples e elaboradas; além de ser um disco estritamente pop, com refrãos grudentos e letras fáceis de decorar. A música “Illuminati”, com citações à Beyoncé e até Lady Gaga, é um ótimo exemplo (apesar do que preferia a linha mais dance da versão demo, que devidamente trabalhada, poderia ter sido um grande hit no melhor estilo “Vogue”).

Mas como um todo, considerando o além música, como a já icônica capa do disco, o excelente vídeoclipe de “Living For Love” (o melhor dela desde “Hung Up” 2005 e o mais conceitual desde “Hollywood” 2003) e o que vem por aí, turnê e performances, Madonna dá um passo a frente em sua carreira e mostra, sobretudo para as concorrentes pop e suas respectivas fã-bases, que ela ainda é relevante, mesmo sendo desnecessário ela ter que provar algo depois de mais de 30 anos na ativa, e sim, consegue ser e soar atual e moderna, por mais que os “novinhos” não aceitem que uma “senhora” possa ser mais interessante que “a musa da geração”. 

Como dizem: aceita que dói menos!  Tanto para os fãs das outras divas pop como para os próprios fãs da Rainha, como eu, que vão ficar na vontade de ver as versões demos dignamente finalizadas, porque no fim, Madonna fez a escolha da direção que ela quis seguir, e ela é e sempre foi assim: This is who i am.. you can like it or not... Bitch, I´m Madonna… I'm an unapologetic bitch!


sábado, 21 de março de 2015

Depois de Katy Perry, Rihanna e Sam Smith são confirmados no Rock In Rio Brasil

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Pre-para! O Rock In Rio Brasil, edição 2015, promete! Depois de Katy Perry ter sido confirmada  no dia 27 de setembro (domingo), ontem foi a vez de nada mais nada menos que Rihanna e Sam Smith serem confirmados, ambos, para o dia 26 de setembro(sábado). 

No mesmo dia de Katy Perry, também já foi confirmado show do A-há e Cidade Negra. O colega Adam Lambert, também está confirmado, mas não como atração solo e sim com a difícil missão de cantar junto com o Queen “substituindo” os vocais de Freddy Mercury, o que ele já vem fazendo em alguns shows pelo mundo.

Mais atrações podem ser confirmadas a qualquer momento, tanto o dia 26 e 27 mais uma atração interessante pode ser confirmada. Nicki Minaj era uma esperança de muitos fãs de música pop, mas a rapper já informou pelo twitter que virá ao Brasil no final do ano, provavelmente novembro. Quem vocês apostam que ainda pode aparecer no line up?

Ah boatos de que os três artistas citados acima ainda farao show em outras cidades brasileiras. Um dos boatos, inclusive, diz que Katy Perry fará show no Mineirão, em Belo Horizonte. Aguardemos!

Os ingressos para o público em geral começam no dia 1° de abril. A pré-venda tinha o valor de 350 inteira e 175 meia. Mais informações no site oficial.


Por Valmique

Conheça mais sobre o 269 ChilliPepper Single Hotel em BH

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Em tempos de relacionamentos instantâneos, os aplicativos de azaração, como o Tinder, Grinder e o Hornet, ferveram em 2014. Contudo, nem todas as pessoas se sentem à vontade para conhecer alguém em encontros programados virtualmente.

Prova disso é o sucesso do 269 ChilliPepper Single Hotel. Inaugurado em fevereiro deste ano em Belo Horioznte, o local, destinado ao público masculino homossexual, vem chamando a atenção dos mineiros. Aos finais de semana, cerca de 300 hóspedes passam por lá, seja para conhecer novas pessoas, flertar, ou até, encontrar um amor.

Planejado para ser um ponto de encontro, o 269 é um ambiente ideal para a paquera. Além dos single rooms, o espaço, de 1.600 m², conta com um aconchegante lounge, um exclusivo bar e Mini Cine, tudo ambientado pelo som do conceituado DJ Anderson Noise.

A segurança também é um dos fatores da procura pelo hotel, conforme explica o proprietário do local, Douglas Drumond. “Nem todo mundo gosta de levar para dentro de sua casa uma pessoa que acabou de conhecer. O Chilli entra como uma alternativa segura e discreta, com estrutura adequada e confortável para um encontro”, disse.

Serviço: 
Ac. Do Contorno, 1328 – Floresta 
Belo Horizonte – MG 
30110-060
Tel: (31) 3421-6118 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Estilistas Dolce & Gabbana criticam filhos de casais gays e Elton John pede boicote à grife

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A fama da grife Dolce & Gabanna foi abalada nos últimos dias. A dupla de estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabanna disseram, em entrevista, que se opunham à adoção e fertilização pra casais gays e chamaram os bebês de proveta de “crianças sintéticas”.

Os estilistas que já foram casados por 23 anos (romperam em 2005, mas a sociedade continuou) fizeram essas declarações à revista italiana “Panorama”. Eles só não contavam que isso causaria incômodo em pessoas como o cantor Elton John, casado com David Furnish, com quem teve dois filhos por fertilização in vitro.

Em sua conta no Instagram o cantor disparou: “Seu pensamento arcaico está fora do compasso dos nossos tempos, assim como sua moda. Nunca mais usarei Dolce & Gabbana”. Além disso, ele usou a hashtag #BoycottDolceGabbana” que contou com apoio de estilistas como Victoria Beckham e Olivier Rousteing, além da modelo Josephine Skriver, que já desfilou várias vezes para a grife.


Na mesma rede social Stefano Gabanna comentou que o cantor é arrogante em não tolerar quem não pensa como ele. “Nós vivemos em um país democrático e respeitamos as ideias dos outros”, disse Gabanna no Instagram.

A Dolce & Gabanna emitiu comunicado oficial com os seguintes dizeres dos estilistas: “Falamos sobre nosso jeito de ver a realidade, mas nunca foi nossa intenção julgar as escolhas das outras pessoas. Acreditamos em liberdade e amor.” – Stefano Gabbana. “Estava falando da minha visão pessoal, sem julgar as escolhas e decisões de outras pessoas.” – Domenico Dolce.



terça-feira, 17 de março de 2015

Declarações homofóbicas podem custar R$ 1 milhão ao político Levy Fidelix

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Por essa o ex-candidato à presidência da República Levy Fidelix, do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), não esperava! Ele foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) a pagar R$ 1 milhão de reais, como multa, por suas declarações homofóbicas à época da campanha eleitoral.

A multa por danos morais é o resultado de uma ação civil pública, movida pelo movimentos Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT). Como a ação está em primeira instância ainda cabe recurso por parte do candidato. Caso perca o valor a ser pago por Fidelix será empregado em ações de promoção de igualdade da população LGBT, conforme definição do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT.

Dentre as insensatas e ofensoras declarações do candidato destacam sem as frases “dois iguais não fazem filho” e que “aparelho excretor não reproduz”. Ainda durante um dos debates em rede aberta de TV ele comparou homossexualidade à pedofilia ao defender que “população LGBT seja atendida no plano psicológico e afetivo, mas “bem longe da gente”. 

O TJ - SP concluiu que o candidato “agiu de forma irresponsável ao propagar discurso discriminatório”. A sentença ainda destaca que Levy, “na qualidade de pessoa pública formadora de opinião, que obteve número relevante de votos no primeiro turno das eleições presidenciais de 2014, ao discursar em rede televisiva a todo o Brasil, tinha o dever ético e jurídico de atuar em consonância com os fundamentos da Constituição”.

O Muza torce para que o tribunal entenda realmente o prejuízo de discursos como esse para a triste realidade vivida pelos LGBT´s.


Novela Babilônia exibe beijo entre Nathalia Timberg e Fernanda Montenegro no primeiro capítulo

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E na noite desta segunda-feira, 16 de março, o telespectador brasileiro se deparou com uma cena inédita em uma novela de grande visibilidade. A estreia da novela “Babilônia”, exibida pela Rede Globo,  era aguarda por muitos, para nós, sobretudo, por sabermos que as atrizes : Nathalia Timberg e Fernada Montenegro interpretariam um casal gay, Estela e Tereza, respectivamente. 

Até aí, tudo bem,  a cada novela um casal homossexual gera expectativa, polêmica e audiência. Dentre as expectativas, o aguardado beijo gay, mesmo que seja apenas um beijo tipo selinho. Mas então, eis que todos foram pegos de surpresas logo nos primeiros minutos de exibição da nova novela e... o casal Estela e Tereza se beijaram.  Isso mesmo!

A cena foi delicada e ao mesmo tempo ordinária, no sentindo literal da palavra. Afinal, o beijo, uma demonstração de carinho, aconteceu em uma situação corriqueira de qualquer casal: quando um não está se sentindo bem ou tendo passando por algum problema, um consola o outro com abraço, afago, carinho e... beijo. E foi isso que aconteceu. E assim foi exibido o polêmico “beijo gay” na novela Babilônia. 

Desejamos que esse começo surpreendente para uma novela do horário nobre simbolize um novo início de uma nova maneira de retratar a homossexualidade e diversidade sexual na teledramaturgia e entretenimento brasileiro!

Parabéns Rede Globo e os autores Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga Emoticon smile. Além, claro, obviamente, as damas/musas da TV brasileira: Nathalia Timberg e Fernada Montenegro.

Abaixo, você pode ver o vídeo, se tirarem esse vídeo do ar, clique aqui e veja a cena no site oficial da novela. A cena está contida no primeiro vídeo. 


 Por Valmique


segunda-feira, 16 de março de 2015

Brasil: agora, travestis e transexuais poderão usar nome social em escolas e cursos

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Em meio às notícias desanimadoras dos últimos dias a população LGBT teve avanços significativos em seus direitos. Travestis e transexuais agora podem usar o nome social em escolas e redes de ensino do Brasil. 

A resolução, publicada no Diário Oficial da União, é do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção de Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais.

Além de constar em documentos, formulários, sistemas de inscrição, matrículas e avaliações o nome social também deve ser usado para chamar os alunos oralmente. Para os menores de 18 anos não será preciso apresentar autorização dos pais ou responsáveis. Documentos oficiais devem apresentar o nome civil junto do social, o que vale também para o processo de seleção a instituições, como concursos.

O uso de banheiros e vestiários deve ser feitos de acordo a identidade de gênero de cada aluno que também poderá usar uniformes de sua preferência, caso haja distinção de peças. 

Em outra resolução o Conselho decidiu que os boletins de ocorrência deverão incluir orientação sexual, identidade de gênero e nome social.

O MuZa fica feliz por essas conquistas que trarão mais dignidade e respeito para a população LGBT. 


quinta-feira, 12 de março de 2015

Brasil: filho de casal gay morre após suposta agressão por homofobia na escola

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Morreu após dias de coma, o adolescente Peterson Ricardo de Oliveira, possível vítima da homofobia, já que era filho adotivo de um casal homossexual. Segundo um dos pais do garoto, Márcio Nogueira, ainda não sabe se o filho foi mesmo vítima de preconceito. "Bateram nele no corredor onde ficam alunos de um lado e de outro batendo em quem passa. Eles disseram que ele subiu para a sala de aula e começou a passar mal. Abriu a porta e saiu gritando 'vou morrer, vou morrer, eu não quero morrer. Me ajuda, me socorre.' Foi a hora em que me chamaram na escola”, contou ao G1.

A suposta agressão ocorreu em uma escola do interior paulista, onde Peterson estudava desde os seis anos de idade. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo afirmou que não há registro de violência na escola e que lamenta a morte. A diretora da unidade escolar disse que houve apenas uma pequena discussão dentro da sala de aula entre os alunos.

Após entrada no hospital, foi verificado que a vítima teve uma parada cardiorrespiratória e passou por processo de reanimação. Exames também mostraram que a vítima teve hemorragia, contudo não apresentava sinais externos de violência física, o que confirma Carlos Laerte Amaral, o outro pai dele: “Estamos esperando o resultado da necrópsia. Ele não apresentava hematomas e está sendo investigado se houve agressão física”.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Eduardo Boigues Queroz, titular da Delegacia de Homicídios de Itaquaquecetuba, o estudante "brigou com alguns garotos na entrada da escola e passou mal quatro horas depois. Ele brincou, assistiu aula e depois passou mal. Ele já tinha um aneurisma. Não podemos afirmar que ele passou mal por conta da briga". O caso está sendo investigado e nenhuma hipótese está descartada".

Os pais dele, que possuem um outro filho adotivo, declararam que desejam que a justiça seja feita.


quarta-feira, 11 de março de 2015

Grandes empresas se unem para legalizar o casamento gay em todo os Estados Unidos

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A capital americana e mais 36 estados, atualmente, reconhecem o casamento homossexual. Mas o que poucos sabem é que isso causa um problema corporativo. Por isso dezenas de empresas do ramo tecnológico se uniram para pressionar a Corte do país a federalizar o casamento igualitário.

Por acreditarem, e desejarem, que casais do mesmo sexo devem ter direitos iguais aos dos heterossexuais no país inteiro estas empresas estão unidas: Apple, Facebook, Amazon, Twitter, Google, Microsoft, Intel, Qualcomm, eBay, EA, Zynga, entre outras.

Esses gigantes da tecnologia argumentam que precisam enfrentar diferentes legislações dentro de um mesmo território. Este cenário tem criado problemas para contratar empregados e dificulta a manutenção dos negócios.

Ao assumir publicamente que é homossexual¹, em novembro do último ano, o CEO da Apple, Tim Cook, lembrou que algumas empresas americanas podem demitir funcionários por sua orientação sexual.

Felizmente essa iniciativa tem ganhado apoiadores em diversos segmentos. De acordo com o site Olhar Digital empresas como Coca-Cola, Pepsi, Comcast, Levi's, Nike, Proctor & Gamble e United Airlines estão abraçando a ideia.

O Muza parabeniza essas instituições e espera que suas filiais brasileiras se atentem para essa realidade que só beneficiará a todos.


terça-feira, 10 de março de 2015

Nova Lei do Feminicídio não contempla mulheres trans, Pitty e Jean Wyllys lamentam, mas Dilma cita preconceito contra LGBT no discurso

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Sancionada nesta segunda-feira, 9 de março, pela presidenta Dilma Rousseff a lei que tipifica o feminicídio - o assassinato de mulheres decorrente de violência doméstica ou discriminação de gênero  - como crime qualificado e hediondo representa mais um avanço na luta contra a violência doméstica, a exemplo da Lei Maria da Penha, contudo, ela não contempla as travestis e transexuais.

Em sua conta no twitter, a cantora Pitty comemorou a aprovação, porém, se disse decepcionada pelo fato das mulheres trans terem sido deixadas de lado. "Comemoro o avanço da lei na questão do feminicídio, mas fico triste que a mesma não contemple as mulheres trans", afirmou na rede social.

Durante discurso nesta tarde no Palácio do Planalto, ao defender  a sanção da lei, Dilma salientou a importância de se punir com mais rigor os crimes contra a mulher, e lamentou que a homofobia é fruto de intolerância e preconceito. 

Estaria a presidenta adiantando seu comprometimento com a aprovação da lei que torna crime a homofobia, bandeira assumida por ela durante a campanha eleitoral? Enfim, nos resta continuar acompanhando e cobrando! Como afirmou o deputado federal Jean Wyllys, ontem no facebook: a luta diária das mulheres cis e transgênero jamais será calada! 

No twitter oficial da presidenta, o preconceito contra os LGBT também foi mencionado, como podem ver na imagem abaixo.




domingo, 8 de março de 2015

Dia Internacional das Mulheres - singela homenagem

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Nossa singela homenagem às mulheres que nos inspiram diariamente.. sejam elas famosas ou não. Quer compartilhar nas redes sociais? Clique aqui.

sábado, 7 de março de 2015

Vídeo: Jujubee do RuPauls Drag Race manda um beijo para o Muza!

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Last night nós conversamos com a simpática e linda Jujubee, do RuPauls Drag Race, que esteve em BH para fazer performance na festa da @bsurda. Aqui você confere um recadinho excluZivo dela para quem acompanha o MuZa, e sente o gostinho da entrevista que em breve vamos divulgar aqui no site. 

sexta-feira, 6 de março de 2015

No Brasil, parceiro de uma união homoafetiva poderá pedir pensão em caso de separação

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Aos poucos, o Brasil engatinha na equidade de direitos aos casais homossexuais que vivem em união homoafetiva. Essa semana, ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram por unanimidade que parceiros de uma união homoafetiva tem o direito de pedir pensão em caso de separação. 

Na última terça, segundo matéria do Brasil Post/Estadão, foi julgado um recurso especial no Tribunal de Justiça de São Paulo e a decisão valerá em todo o Brasil. 

O caso, que está sob segredo de justiça, envolve um companheiro que alegava ser portador de HIV e que após a separação, 15 anos juntos, foi à justiça soliciar pagamento de pensão ao companheiro. O caso foi negado 2 vezes , alegando que casais homoafetivos não têm os mesmos direitos de casais heterossexuais, o que fez  recorrer ao STJ.

Série exibe beijo gay entre adolescentes e gera polêmica

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Um dos canais voltado à família na TV dos Estados Unidos, o ABC Family, exibiu nada mais nada menos que um beijo gay entre dois adolescentes.  Os personagens Jude (Hayden Byerly) e Connor (Gavin MacIntosh), 13 anos, se beijaram no episódio da série The Fosters exibido essa semana. 

A séria já havia mostrado que havia um clima entre esses pré-adolescentes como uma cena em que os dois deram as mãos no cinema, mas o beijo aconteceu, como podem ver abaixo, quando Jude questiona Connor sobre seu estranho comportamento com ele. O sucesso do casal teen chegou a virar uma hastag #jonnor

Não é surpresa saber que alguns telespectadores já estão reclamando da cena que foi ao ar, mas os autores da série já estão “defendo” a história:

"Se as pessoas querem julgá-lo eu acho que deveriam prestar atenção e ver o quão cuidadosamente, delicadamente e castamente ele foi tratado... Tentamos escrevê-los com base na integridade de caráter tal como a entendemos e observamos. Esta história é muito verdadeira. Tanto Brad [Bradley Bredeweg, co-autor] como eu somos gays e foi muito verdadeiro para ambos, como quando tivemos nossas primeiras experiências. Mais do que qualquer outra coisa, nós sentimos responsabilidade por essas crianças", explicou  Peter Paige o co-criador da série Peter Paige The Wrap.

Aliás, foi o próprio Paige quem questionou no twitter: “é o beijo mais jovem entre pessoas do mesmo sexo exibido na TV dos Estados Unidos?”. Parece que a resposta é “sim”. 

Já o outro co-autor, Bradley Bredeweg, avisou que a série irá abordar ainda mais o romance entre os dois: "Eles são uma grande parte da 3ª temporada e estamos superanimados e orgulhosos de colocá-los fora do mundo ainda mais".

Sobre a série The Fosters

Com Jennifer Lopez na produção (isso mesmo!),  a série conta a história de duas mulheres homossexuais que juntas cuidam de seus filhos biológicos e adotivos, o personagem Jude é um desses filmes. The Fosters é exibida atualmente apenas nos Estados Unidos. 

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