segunda-feira, 26 de agosto de 2013

“Rede Globo, tire os gays das novelas!”, veja o vídeo crítica sobre a novela Amor à Vida

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Para essa imagem da novela, o vídeo “Rede Globo, tire os gays das novelas!” é o melhor comentário...



O vídeo acima “Rede Globo, tire os gays das novela!”, do internauta Leandro Zagui, tem se destacado nas redes sociais e não é a toa: o vídeo traz questionamentos pertinentes sobre o casal gay e o gay em si representado na novela Amor À Vida e nas novelas da Rede Globo de um modo geral.

O vídeo é um desabafo em forma de ironia sobre o envolvimento do personagem Eron (Marcello Antony) com Amarilys (Danielle Winits)na novela Amor À Vida. Eron vive um relacionamento estável com Niko (Thiago Fragoso).

No vídeo,  Leandro Zagui faz o pedido aos diretores e autores da novela da Rede Globo por, dentre outros motivos, colocarem um casal gay que não faz “nem 10% do que o personagem hétero-pegador do Caio Castro faz”. Ele diz também que o personagem Eron “não beija o esposo mas beija a amante”. 

Leando Zagui ainda ressalta que a maneira como o casal gay e os gays em si estão sendo representados nas novelas podem reforçar discursos e visões preconceituosas na sociedade: “Machistas e homofóbicos que estão vendo a novela irão entender que o gay só é gay porque não cumeu uma mulher ainda”. Ao final, ele ainda questiona a postura dos atores da Rede Globo: “O que os célebres atores estão fazendo sobre isso? Vocês não se sentem incomodados com isso?”.

EM TEMPO: o autor Walcyr Carrasco twittou em seu twitter: “O preconceito é de vcs; Por que um gay não pode transar uma mulher?”. Mas como o próprio Leandro Zagui diz nos vídeos. Se o personagem do Marcelo Antony é bissexual isso tem que ficar muito bem claro para que as pessoas entendam. Porque se a homossexualidade já difícil de ser digerida pela massa homofóbica, a bissexualidade então, nem se fala. E aí, ignorar a sexualidade entre dois homens e mostrar que ela só aparece quando um deles se envolve com uma mulher é sentenciar definitivamente a homossexualidade como vergonha, ignorável e inferior a heterossexualidade”.