quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Miguel Falabella fala sobre criar personagens LGBT e vida pessoal

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O criador Miguel Falabella... 


Em recente entrevista à Folha de São Paulo, mais precisamente para o caderno Serafina, Miguel Falabella declarou que o fato de suas criações para TV, como a série Pé Na Cova, ou para o teatro ter personagens LGBTs é uma forma de ser solidário à causa:

“É a minha maneira de fazer ativismo. Não preciso sair sacudindo bandeira na Parada Gay. Há outras maneiras de dizer às pessoas que isso tudo é uma grande bobagem, que todo mundo morre no final. Então, vamos ser felizes com quem a gente escolhe ser feliz.”

Atualmente, no ar em “Pé na Cova”, o ator-diretor-autor-apresentador-tradutor-produtor também comentou sua vida pessoal:

"Fui casado a vida inteira. Dou muito beijo na boca. Se não fosse feliz nessa área, não seria o artista que sou. Sempre fui honesto, coerente. Nunca fiz número nem saí posando de outra coisa. Nunca escondi o que eu era para ninguém”, afirmou dizendo que os detalhes não interessam a ninguém.

Na entrevista, Falabella disse que sofre um certo bullying da imprensa, mas que não se importa com as críticas. “O que me importa é a relação com o público. O resto sai na urina, como dizia minha avó”, desabafou. Para ele, o pior episódio dessa “perseguição” aconteceu nos anos 1980, quando uma revista publicou o boato de que ele estaria com Aids e sugeriu que desmentisse com um exame. A repercussão foi tamanha, que mal podia sair de casa. 

... e as criaturas: Odete Roitman (Luma Costa) e Tamanco (Mart'nália) formam o casal na série Pé na Cova.

Morrissey diz que mais homossexuais no mundo evitariam guerras

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“As guerras, os exércitos e as armas nucleares são passatempos essencialmente heterossexuais”, declarou o polêmico e controverso cantor Morrissey ao site norte-americano “Rookie”, nesta quarta-feira. 

Para o músico britânico, a guerra é o aspecto mais negativo da heterossexualidade, assim, se houvesse mais homossexuais no mundo não haveria guerras. “Os homens que amam outros homens jamais matariam uns aos outros, mas os homens heterossexuais adoram matar outros homens. Eles até ganham medalhas por isso", completou.

O músico, que está na Califórnia, faz hoje em San Diego o seu show de retorno aos palcos após se tratar de uma úlcera. Ao falar sobre quais artistas recomendaria aos seus fãs, o ex-líder dos Smiths, uma das bandas mais emblemáticas bandas britânicas dos anos 1980, alfinetou astros da música pop. “Quer se trate de Beyoncé ou Justin Bieber, vemos cantores que não têm absolutamente nada a oferecer a alguém”, opinou.

Morrissey também é conhecido pelo seu forte ativismo ao vegetarianismo e defesa dos direitos dos animais.

Clique aqui para ler a entrevista completa com Morrissey ao site Rookie, aliás, a ilustração acima foi divulgada lá e foi feita por Minna.

Vamos aproveitar e lembra o show que Morrissey fez em BH há quase 1 ano? Clique aqui para ler resenha exclusiva


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Minas Gerais poderá ter Conselho LGBT

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Foi encaminhado à Assembleia legislativa de Minas Gerais o projeto de lei que cria o Conselho Estadual de Cidadania para LGBT. O projeto foi encaminhado pelo próprio governador do estado, Antônio Anastasia. 

O órgão, que será integrado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), vai propor políticas públicas de promoção à cidadania, por meio do combate à discriminação e da redução das desigualdades sociais, econômicas, financeiras, políticas e culturais, além da ampliação do processo de participação social.

Representantes de oito secretarias participarão do Conselho: Advocacia-Geral, Defensoria Pública e Assembleia Legislativa – e da sociedade civil. Completarão o órgão representantes das entidades não governamentais, indicados por meio de fórum próprio, convocado pela Sedese e fiscalizado por um membro do Ministério Público.

Em nova HQ dos X-men, Wolverine e Hércules assumem romance

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Depois de Allan Scott, o Lanterna Verde da DC Comics, sair do armário, o mundo dos quadrinhos agora têm novos personagens gays. 

Na saga “X-Treme X-Men”, os heróis Wolverine e Hércules trocam um beijo após derrotarem um enorme monstro. Antes do beijo, eles dizem: “Somos os melhores heróis do nosso mundo... E no dia em que derrotamos o pior monstro que já ameaçou o Dominion of Canada... revelamos nosso amor”.

O beijo entre os heróis é trocado apenas na décima edição da saga. Até então, o romance era implícito. Em “X-Treme X-Men”, os personagens vivem um universo alternativo com personagens de realidades paralelas.

De acordo com a agência Associated Press , o primeiro personagem das HQs a se declarar homossexual foi Estrela Polar, em 1992. Em janeiro deste ano, foi a vez da Batwoman pedir a mão da namorada, Maggie Sawyer, em casamento.

Com informações da Rolling Stone Brasil 

Primeiro casamento gay de BH está com data marcada

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(Via o Tempo On Line) Foi publicada nessa sexta-feira (22) no Diário Oficial do Município (DOM), a autorização da Justiça para que um casal homossexual se case legalmente, pela primeira vez, em Belo Horizonte

A união do consultor de negócios Carlos Eduardo Guimarães de Oliveira, 31, com o analista de tecnologia da informação, Jorge Chediack Miguel, 30, já tem até data marcada. No dia 16 de abril deste ano o casal irá se unir perante a lei no 2º Subdistrito de Registro Civil e, inclusive, irão adotar o sobrenome um do outro, em regime de comunhão total de bens.

Eles se conheceram há 7 anos, e já moravam juntos desde 2005. Após o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 5 de maio de 2011, o casal, que já vivia junto nesta época, pediu a conversão da união estável em casamento. Com isso, eles passarão a ser o primeiro caso de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo na capital mineira.

Outros casos

O primeiro casamento homoafetivo registrado no Estado aconteceu em março de 2012, em Manhuaçu, na Zona da Mata, quando Wanderson Carlos de Moura, 34, se uniu legalmente a Rodrigo Diniz Rebonato, 18. Assim como Carlos e Jorge, eles foram autorizados pela Justiça a se casarem.

Em julho de 2012 um caso também chamou a atenção. Os pastores evangélicos Anderson pereira, 34, e Roberto Soares, 29, se casaram na Igreja Cristã Contemporânea da capital, porém, não no civil.

E ainda em fevereiro de 2013, oito detentos da Penitenciária Jason Soares Albergaria, localizada em São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte, participarão de um casamento gay coletivo. Eles formam quatro casais, entre eles, um formado por travestis. 

Clique aqui para ler a matéria completa

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Confirmado: produtora quer trazer show da Beyoncé para o Mineirão

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Se tudo indicava que sim, agora está confirmado. O empresário Aluizzer Malab, dono da Malab Produções, confirmou para a revista Veja BH que tem como meta trazer Beyoncé, com sua nova turnê The Mrs. Carter Show, para o Mineirão. “Estamos conversando”, afirmou, e completou: “com um espaço à altura, fica mais fácil trazer os grandes vendedores de discos para BH”. 

A Malab Produções é a responsável pelo show do Elton John em BH e no Mineirão. Clique aqui para saber mais informações do show que acontece no próximo dia 9.

Para estimular ainda mais a vinda da muZa pop à BH o Muza criou a hastag #BeyoncénoMineirão

Compartilhem também no Facebook a imagem acima, que está na página do Muza no Facebook

Veja os novos vídeoclipes de David Bowie, Nelly Furtado e Daniel Peixoto

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Oba! Novos vídeoclipes. Para os mais variados gostos. O principal destaque é novo de David Bowie. A música é “The Stars (Are Out Tonight)”, que tem participação da atriz Tilda Swinton e do modelo andrógino Andrej Pejic. A direção do vídeo, ou melhor, do curta-metragem, é de Floria Sigismondi. Esse é o segundo vídeo-clipe de Bowie após 10 anos sem lançar material inédito.

Quem também traz novidade e no estilo historinha também é Nelly Furtado com “Bucket List”. É mais um vídeo-clipe do disco ““TSI: TheSpirit Indestructible”, que apesar de não ter vendido bem já é a quinta música e vídeo-clipe de trabalho.  

A outra novidade é do brasileiro Daniel Peixoto. A música é “Shine” que a participação do DJ Chernobyl, que também produziu a música, e de Nayra Costa, que participou do “The Voice Brasil”.

Ou seja... play já! ;)




ColunaZs – “Faz de conta”

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Nos expressar livremente é algo complicado, independentemente da sexualidade, sexo e identidade de gênero. Existem diversos comportamentos esperados, discursos aceitos. Se encaixar, ou não, nos padrões é sempre motivo para crítica. O julgamento instantâneo faz com que filtremos nossas palavras, ações. 

Começa então um faz de conta. Fingimos gostar, ou desgostar, de algo para buscar aprovação de algum grupo. Escondemos opiniões, pois sabemos que são diferentes.

Mas de que vale tudo isso? 

A falsa inclusão, pelo faz de conta, tem resultados tão imaginários quanto as opiniões dadas. Exemplos comuns são os pseudo-intelectuais e pseudo-cults.

Ok, onde quero chegar com isso? 

Assim como fingirmos gostar, ou não, de um programa/música/artista, agimos de forma diferente, deixamos de nos expressar. Ou repudiamos para nos encaixar em determinados grupos. Esquecemos de questionar de verdade. Reprimimos trejeitos "femininos", ou "masculinos", para não sermos vitimas de homofobia. Fazem declarações homofóbicas para se encaixarem no meio em que vivem. 

Ficou cômodo e automático seguir o fluxo, ignorar os pensamentos e reproduzir o conteúdo. Esse hábito de selecionar opiniões, comportamentos, gostos, de acordo com determinados grupos acaba por minar o senso critico, a capacidade de questionar, pensar. 

Isso tudo pode parecer um raciocínio louco para alguns, conexões exageradas da minha parte. Não quero você concorde e reproduza meu texto, seria hipócrita da minha parte. Mas que tal discuti-lo? Questioná-lo? 

Acredito que problemas sérios, como a homofobia, possuem fundamentos simples. Pequenas coisa, coisas que costumamos ignorar, coisas que acabam se desenvolvendo, crescendo e perpetuando. 

A falta do hábito de raciocinar, questionar, vem aos poucos, de coisas pequenas. Ninguém começa questionando questões complexas de física, questionamos quando pequenos de onde nascemos, como colorir, perguntamos "porque?" incessantemente. Queremos descobrir o mundo, criar referências. 

Mas quando crescemos é comum ver papagaios, pessoas que só sabem repetir opiniões alheias e possuem hábitos definidos por outros. 

Acredito sim, que o faz de conta de opiniões, posições, hábitos, leva a estagnação do que possuímos de mais precioso, a capacidade de questionar, raciocinar. 

Cada vez mais pessoas fazem de conta que gostam de algo. No fim fazem de conta que sabem questionar. Estão completamente viciadas no faz de conta, então reproduzem e fazem de conta que pensam.

*Becha Má é twittera toda trabalhada no veneno purpurinado. The bitch says: follow my ass! 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Executivo musical dos Estados Unidos revela que é bissexual

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Clive Davis, um dos mais respeitados executivos musicais dos Estados Unidos, revelou em sua biografia que é bissexual. 

Em “Soundtrack of my life”, Davis detalha relações que manteve com homens e mulheres nas duas últimas décadas. No livro, ele conta que sua primeira experiência sexual com um homem ocorreu na era do Studio 54, casa noturna famosa de Nova York entre as décadas de 1970 e 80. “Nessa noite, após absorver uma quantidade suficiente de álcool, estava aberto para responder suas propostas sexuais”, disse. Para o produtor, foi um “alívio bem-vindo”.

De acordo com a biografia, em 1985, Clive se divorciou da sua esposa e passou a se relacionar com duas mulheres e um homem, simultaneamente. Cinco anos mais tarde, o empresário musical, teve um relacionamento monogâmico com um médico, que durou até 2004.


Davis foi o responsável por descobrir a cantora Whitney Houston aos onze anos de idade. Não é à toa que o livro dedica um capítulo inteiro à artista. As carreiras de Aretha Franklin, Rod Stewart, Alicia Keys, Barry Manilow e Christina Aguilera e Kelly Clarckson também foram cuidadas por Davis. 


Quem, até o momento, não gostou da biografia foi Kelly Clarckson. A cantora escreveu uma carta pública em resposta as declarações dele sobre a cantora.  No livro, ele diz que o disco “My December” dela, de 2007, não foi um sucesso porque a maioria das músicas foi escrita por ela e que a cantora chorou histericamente na frente dele porque não queria incluir a música/hit “Since You Been Gone” em seu disco. Kelly desmentiu tudo e ainda disse que foi humilhada por ele algumas vezes e que o mesmo sabotou o disco de 2007, que só teve uma música de divulgação. 



Mas essa não é a primeira biografia dele. Em 1985, lançou seu primeiro livro: “Clive: Inside the record business”.



Logo mais temo programa do Muza na rádio UFMG Educativa

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People! Como sabem, o Muza está com um programa semanal na Rádio UFMG educativa: Momento Muza! Isso mesmo! A locução é do jornalista responsável pelo Muza, o Valmique. 

Logo mais, às 14h30, sintonize na frequência 104,5 FM ou acesse o site da rádio e como cantaria Madonna... Turn Up The Radio! ;)

Comentários, críticas e sugestões são super bem-vindos! Quer enviar sugestão de assunto ou música? Envie e-mail para contato@muza.com.br e coloque no assunto "rádio'. Ou simplesmente, deixe seu comentário abaixo!

Na imagem acima, uma ideia do que você vai ouvir na edição de hoje! ;)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Que tal um infográfico para aprender sobre sexualidade?

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Repetindo: “Que tal um infográfico para aprender sobre sexualidade?” Bem, parece que foi essa a ideia do infográfico criado pelo It´s Pronounced Metro Sexual, devidamente “traduzido e adaptado” pela fanpage brasileira Homofobia Não.

Como podem ver acima e abaixo,  de uma maneira simples, explica-se o que é, e, consequentemente, as diferenças entre: Identidade de gênero,  Expressão de Gênero, Sexo Biológico e Orientação sexual.

Vale a pena ler, aprender, saber e compartilhar. A imagem também está na página do Muza no Facebook para ser compartilhada!



sábado, 23 de fevereiro de 2013

Curta brasileiro “O Pacote” foi um dos indicados à premiação gay do Festival de Berlim

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Depois de conhecer o Melhor Filme LGBT pelo Teddy Awards do Festival Internacional de Cinema de Berlim 2013 é a vez de saber sobre o curta metragem brasileiro que também concorreu ao prêmio:

“O Pacote” mostra a história de amor dos adolescentes Jefferson (Jeferson Brito) e Leandro (Victor Monteiro), cujo namoro sofre um abalo quando o primeiro revela ser portador do HIV.

Com direção e roteiro do paulistano Rafael Aidar, o curta tenta lidar com o dilema amor versus HIV na adolescência, que, de acordo com o Ministério da Saúde, tem crescido o número de infectados nessa faixa etária.

“Tenho amigos que enfrentaram dificuldades com a família e com seus relacionamentos ao se revelarem soropositivos. Imagino que, para um adolescente lidar sozinho com isso, seja ainda mais difícil”, disse Rafael em recente entrevista.

Filmado em junho do ano passado nos bairros da Vila Madalena, Imirim, Saúde e Sacomã, em São Paulo, “O Pacote” é um filme para todos, segundo Aidar. “É um filme universal, que fala sobre amor e relacionamentos de uma maneira muito sutil e delicada”, explica.

Rafael não levou o prêmio, mas a indicação só reafirma o respeito que a produção de curtas-metragem brasileira conquistou internacionalmente. Em 2008, o brasileiro Felipe Sholl levou o prêmio Teddy, com o curta “Tá”, por melhor filme na categoria LGBT.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Filme sobre padre gay é eleito Melhor Filme LGBT no Festival de Berlim

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"W Imie.. (Em Nome De)", longa polonês de Malgoska Szumowskque conta o conflito vivido por um padre católico com sua homossexualidade, levou pra casa o Teddy Awards de melhor filme de temática LGBT do Festival de Cinema Internacional de Berlim.

Dirigido por Malgoska Szumowska, “W Imie” traz fortes interpretações de Andrzej Chyr no papel do padre e Kosciukiewicz Mateusz, como seu jovem e atraente affair. Concorriam na categoria outros 20 filmes, entre eles, o curta brasileiro "O Pacote".

Produções com temática trans também foram premiadas no festival. "Ta av mig" (Dispa-Me) ganhou o prêmio de melhor Curta-Metragem, do diretor sueco Victor Lindgren, e Bambi, do diretor Sébastien Lifshitz, o de Melhor Documentário. E o projeto sul-africano "STEPS for the Future", que angaria fundos para aumentar a conscientização em torno do preconceito com o HIV, recebeu um Teddy adicional.

O Teddy Awards elege, há mais de 25 anos, os melhores filmes LGBT do Festival de Berlim. Nesta edição, mais de 20 filmes de todo o mundo foram exibidos, inclusive o filme “Interior. Leather Bar”, do ator e diretor James Franco, que o Muza já falou sobre.

Rucapitulando: Aquele que desacuendou, finalmente! (quarto episódio do RuPauls Drag Race)

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“don’t be so jealous of my boogie...”

Atenção: Este texto contém spoilers do quarto episódio de RuPaul’s Drag Race, quinta temporada. A série é exibida no Brasil por alguns canais de TV a cabo, mas é possível encontrar links para ver por streaming internet afora. Há ótimas fan-pages no Facebook sobre o programa com dicas ótimas de onde ver! 

Anteriormente, em RuPaul’s Drag Race: teve episódio anterior? Eu só lembro de uma expectativa em rolar alguma coisa legal mas nada de muito interessante. Ah, a Monica Beverly Hillz foi mandada embora para casa, mas nem isso foi lá muito memorável.

Três episódios da quinta temporada de RuPaul’s Drag Race me serviram para uma coisa: ter sono. Até que, graças a Santa Cher, as drags resolveram desacuendar o carisma, a singularidade, os nervos e o talento e fazer um quarto episódio divertido (para quem caiu da cama agora e não sabe, acuendar, no mundo drag/trans, é quando as bonitas escondem o órgão sexual em lugares inimagináveis para criarem a ilusão completa de ser mulher). Sim, o quarto episódio foi de fato bastante engraçado, com piadas saindo na hora exata e a edição trabalhando muito para nos dar momentos de muitas risadas. Se não podemos ficar de boca aberta com looks maravilhosos e interpretações memoráveis, eles devem ter caído na real de que pelo menos rir é possível. 

De volta ao ateliê depois da eliminação de Monica as drags ficaram de tititi e Vivienne disse que a culpa dela não ter brilhado como deveria no desafio não foi dela, mas sim de Roxxxy, que, segundo ela, “brilhou demais”. Isso me lembrou quando eu estava, sei lá, na sétima série e não tirava uma nota boa na prova, e vinha com a desculpa de que isso aconteceu porque a professora era muito exigente e não porque eu não tinha estudado tanto quanto deveria. Roxxxy apenas riu desse comentário sem a menor lógica e foi guardar as perucas. 


Corte rápido para a abertura, onde RuPaul anuncia os prêmios da temporada e os convidados especiais para o júri do programa. Depois de apresentar Travis Wall, que ficou conhecido depois de participar de So you think you can dance, a drag mama revela que esse episódio terá ninguém mais, ninguém menos que Chaz Bono como um dos jurados convidados. O programa teria valido a pena só por ele, porque é impossível não amar Chaz: filha que virou filho de Cher, advogado, autor, músico, ativista... Nunca entendi esse tempo que Chaz levou para a aparecer no programa. E também nunca entendi porque RuPaul nunca levou a própria Cher, Madonna, Gaga como parte do júri. Acho que tem toda uma relação com a temática do programa. Fica a dica para a produção!

RuPaul aparece no ateliê com uma peruca afro 70’s e anuncia que os desafios da semana serão todos focados na dança. Para o mini-desafio que decide quais drags serão capitãs, as bonitas tiveram que pegar uma peruca afro, de cores variadas, montar um look 70’s rápido e dançar ao som de um remix de Jealous of my boogie, um dos hits mais divertidos da RuPaul. Coco Montrese e Jinkx Monsoon ganharam o mini-desafio e foram escolher os times. E qual não foi a surpresa de todos quando Alyssa foi a primeira escolha de Coco? Cadê os vídeos da semana passada quando as duas não se suportavam? Está tudo azul no mundo drag? A resposta é não! O desafio da semana é baseado em dança, e como Coco justificou, Alyssa é a melhor dançarina da competição, e ela quer ganhar esse programa. Espertíssima! Eu teria feito o mesmo, porque Alyssa nunca sabotaria o grupo só por conta da Coco. Isso seria auto-sabotagem, e ela também quer ganhar a coroa.  

Quando se é um apresentador/produtor de reality, você cria desafios que realmente explorem a capacidade dos competidores. RuPaul faz isso, claro, mas como ele não é obrigado, o desafio da semana era criar um balé moderno sobre a vida dele próprio. Ou seja, contariam no palco, em dois atos, a história da bonita, desde as casas populares de San Diego até o estrelato, coroando as Americans Next Drag Superstars. Narcisismos a parte, a ideia de combinar balé clássico com moderno e uma história de fundo foi super divertida. Sem contar que a vida da RuPaul é bem interessante. A história de se descobrir drag, ir para Nova York, fazer figuração em filmes... até o estrelato, ter o próprio programa de auditório, gravar com Diana Ross!

Jinkx trabalhou com Lineysha, Ivy, Alaska e Jade, enquanto Coco ficou com Alyssa, Vivienne, Roxxy, Detox e Honey. As drags então tiveram a ajuda de dois bailarinos (o Travis, jurado, e Nick Lazzarini – comentando o episódio com meu amigo, ele disse que achou os dois bem “fazíveis”, mas confesso que tenho uma certa resistência com homens dançando balé). E, como sempre, eles só mostram as bonitas errando tudo, sendo loucas ou fazendo coisas que não têm a menor relação com o desafio, para dar o contraste com a apresentação final. 


No desafio, as drags se saíram bem, de um modo geral. Os destaques foram Alyssa e Coco, fazendo um número onde o lado bom de RuPaul lutava contra o lado mau (Cisne Negro ligou e pediu a referência de volta) e Jinkx e Jade no segmento que mostrava a chegada de RuPaul e Lady Bunny a Nova York. Alaska, como a mãe de RuPaul, foi bem divertida, e Detox foi competente no desafio. 

Alyssa foi merecidamente a vencedora do desafio. Estava perfeita como a versão má da RuPaul e, como pontuou Travis Wall, ela dançou com todo o corpo, dando inclusive o carão necessário para aumentar o drama do ato. Roxxxy, Vivienne e Honey foram as menos “curtidas”, pelos jurados, e Roxxxy se salvou por pouco. Todos justificaram que Vivienne e Honey não se entregaram ao desafio, e não se apresentaram da forma como deveriam, sendo muito planas. 

Para as melhores e piores da noite (Jinkx, Ivy, Roxxxy, Vivienne, Honey and Alyssa), RuPaul perguntou quem deveria ser mandada embora. Os votos ficaram divididos entre Vivienne e Honey, que acabaram dublando para se salvar. A música escolhida foi Oops!... I did it again, da Britney Spears. E as duas fizeram de novo, de fato: foram planas, chatas e não trouxeram ao palco o fogo que RuPaul sempre pede das drags. Por isso, não foi surpresa quando as duas foram mandadas para casa, sendo essa a primeira eliminação dupla da história do programa. 

Como eu disse em outros rucaps, as “samambaias” (se é que isso é possível quando se trata de drag queens) estão saindo uma a uma. Ainda não sei se tenho uma favorita, ou se o próprio RuPaul tem uma favorita (isso conta muito, acreditem). Continuo achando que Roxxxy, Detox e Alaska chegarão à final, se não tropeçarem juntas em algum desafio. Coco continua correndo por fora e, se Alyssa continuar mostrando o que mostrou nesse episódio pode roubar os holofotes. E, sejamos francos, drags sabem como ninguém fazer isso. 

Texto de Flavimar Dïniz. Ele está na internet desde 1999, quando sofria com conexões discadas e downloads a 3.4 kbps. Começou no mundo dos blogs em 2002 e não entende como não ficou rico com internet igual a tantos outros de sua geração. Adora música, cinema, literatura e jornalismo, sua formação profissional. Escreve sobre o ele achar que dê um texto de mais de 140 caracteres. 

Banda UÓ faz show amanhã em BH e o Muza sorteia corteZia!

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People! Amanhã a festa “L.Society” completa 1 ano. E sabe a atração especial? A Banda UÓ. Isso mesmo! Para comemorar, bem comemorado, haverá show da Banda na Festa, que acontecerá na On Board Club. 

Para animar ainda mais a festa, haverá dose dupla de Vodka e Biga Apple até 1h30, além de “lives” com Erika Ribeiro, Priscilla Monteiro + convidados. Além dos DJs: Duo Fun, Jeff vs. Jimmy, Ninah vs. Reury, Yago vs. Celio Dias, Rodrigo Leon vs. Vitor Zucarelli, Junior Zenith vs. Thiago Richard (Veludo), Yara Mourthé vs. Lucas Massafera, Lucas Bonfim vs. Guilherme Duarte, Deborah Alves vs. Bruno Alves (Veludo) e Carol Lacerda vs. Matheus Simões (L. society).

Serviço – L.Society 1 ano com show da Banda UÓ
Dia: 23 de fevereiro, sábado
Horário: a partir das 23h30
Local: On Board Club (Rua Tenente Brito Melo, 1233, bairro Santo Agostinho) 

Quer ir na festa de 1 ano da L.Society com  show da Banda Uó de graça? 

O Muza sorteia 1 corteZia pela página do Muza no Facebook. Como você pode garantir a sua? Simples! Mas você precisa seguir os passos abaixo:

- Curta a página no Facebook do Muza, entre na aba “promoções”, participe, e COMPARTILHE PUBLICAMENTE a imagem da festa que está lá!

O resultado será divulgado amanhã, 23 de fevereiro, dia da festa! 

ATENÇÃO: Quem ganhar tem que enviar o nome completo + número identidade até às 15h para o e-mail contato@muza.com.br! Logo... fiquem ligados no horário para garantir sua corteZia! Ok People?

Resultado promoção “1 ano L.Society com show da Banda UÓ”: Carlos Gonzaga. Nome completo + número identidade para contato@muza.com.br até às 15h. Parabéns! 

People! Gostaria de esclarecer que a ferramenta “Sortei Me”- utilizada pelo Muza em suas promoções - está, constantemente, dando problemas no momento de gerar o resultado. Desta forma, caso haja algum problema na hora de gerar o resultado dessa promoção, serão tomadas as seguinte medida: - Será utlizado o “random” para gerar um sorteio. Neste caso, será colocado os nomes dos participantes de acordo com a ordem de sua adesão à promoção. Entretanto, obviamente, o participante tem que seguir TODOS os passos acima. Ressaltamos ainda, que o Muza irá buscar uma nova ferramenta para fazer com que as promoções sejam mais efetivas. Contamos com a compreensão de todos.



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Barbara Gancia, jornalista e nova apresentadora na tv, revela que é lésbica

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Mais uma personalidade pública no Brasil revela-se homossexual. Desta vez, estamos falando de Barbara Gancia,  jornalista e uma das novas apresentadoras do programa Saia Justa (a partir de março). 

Em sua coluna na Folha, do último dia 15, ao falar sobre a renúncia de Bento XVI (“Bento, O Arregão”) ela aproveitou para falar da própria sexualidade e da relação com a igreja. Escreveu:

“Bem, pessoalmente, opto por ser fiel a mim, da forma mais digna e transparente possível, caminhando no sentido contrário das farsas, da impostura e das trevas que me foram impostas pela herança de uma educação católica. O que significa impedir que esses malucos de batina queiram me afastar de Cristo sentenciando que minha homossexualidade não se encaixa no conceito que eles fazem de amor”.

Dois dias depois, a ombudsman da Folha, Suzana Singer, comentou em sua coluna a “saída do armário” de Barbara, o receio da mesma com a exposição e a reação negativa de alguns internautas:

A homossexualidade de Barbara não era propriamente um segredo, mas isso nunca tinha ido parar na "Primeira Página".

"Ela aproveita o ódio à Igreja Católica para revelar sua opção sexual, o que é uma inusitada falta de respeito” (criticou um internauta).

O único receio de Barbara é ter sua imagem reduzida ao fato de ser gay. "Não quero ter apenas essa dimensão. Tenho outros defeitos", brinca.

Who´s That Girl? Boy George aparece magro e em forma

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No último final de semana o cantor/ex-Culture Club/DJ/colega Boy George surpreendeu a todos. Não... desta vez não foi nenhum escândalo, mas deixou muitos de boca aberta.

Pelo twitter, ele divulgou uma foto de si mesmo na qual podemos vê-lo bem, mas bem mais magro e em forma. E ao ser questionado sobre o que ele fez para conseguir o novo body ele revelou:

"Refeições de cinco em cinco horas. Nenhum café ou chá neste período. Água e água com gás entre as refeições! Nenhum pão, nem açúcar".


Abaixo, uma foto antiga do Boy George... quanta diferença! 


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Nova novela já tem atores confirmados em papeis gays

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Sobre a participação de Tiago Fragoso, o autor Walcyr Carrasco chegou a comemorar em seu twitter. “O Tiago Fragoso vai fazer o personagem Niko. Adorou o papel e resolveu nem ter férias depois de 'Lado a Lado'. Gosto muito dele como ator”, postou. Atualmente, o ator está no ar na novela das seis, que se encerra em março.

Segundo a Contigo, ao contrário do personagem de Mateus, Tiago viverá um gay do bem, que entrará na segunda fase da trama e deve se envolver com um dos dois, Antony ou Solano. Especula-se também que haveria um quarto personagem homossexual, vivido por Caio Castro.

Ainda com título provisório, “Em nome do pai”, deverá contar com um elenco bem grande e abordará temas como homossexualidade, adoção de crianças, autismo e obesidade infantil. O folhetim estreia em junho, quando acaba “Salve Jorge”. Vamos aguardar por mais novidades. A estreia de Carrasco no horário nobre parece que vai dar o que falar.

Em Minas Gerais, lésbica é indenizada após sofrer preconceito no trabalho

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Felizmente, hoje, compartilhamos a vitória na justiça de um caso semelhante, que aconteceu no interior de Minas Gerais, na cidade de Lavras. A notícia, que você pode ler na íntegra abaixo é do portal e parceiro do Muza O Tempo On line:

Uma trabalhadora procurou a Justiça do Trabalho dizendo que era constantemente humilhada e constrangida pelo patrão em razão de sua opção sexual. Por essa razão, pediu o pagamento de indenização por danos morais. O caso foi submetido à apreciação do juiz substituto Mauro Elvas Falcão Carneiro, em atuação na Vara do Trabalho de Lavras. A mulher vai receber R$ 2 mil.

A mulher trabalhava em um restaurante e apresentou como testemunhas um ex-colega de trabalho e um cliente do estabelecimento, que confirmaram ter visto o representante da ré constrangendo a trabalhadora em razão de sua condição sexual. Segundo relataram as testemunhas, nas ocasiões presenciadas ela foi chamada de "veadinho" e "sapatona", o que a deixou envergonhada a ponto de chorar. O cliente disse ainda ter visto o representante da ré comentando sobre a sexualidade da empregada com um vendedor de doces que tem ponto próximo ao restaurante. O patrão sustentou que a própria empregada pedia para ser chamada de "João" pelos colegas. No entender da empresa, isso demonstra que não havia preconceito e assédio moral.

O juiz decidiu condenar o restaurante a pagar indenização no importe de R$ 2.000,00, valor equivale a três meses de salários da reclamante. A reclamada recorreu, mas o recurso não foi recebido, uma vez que o pagamento das custas foi feito fora do prazo. O processo aguarda a análise do agravo de instrumento interposto pela ré.

Abaixo-assinado online pede punição para agressores homofóbicos (caso André Baliera)

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Lembram do caso de agressão homofóbica sofrida pelo estudante de Direito André Baliera? Que teve, inclusive, um relato em vídeo? Pois bem, um abaixo-assinado está circulando na internet exigindo a condenação dos suspeitos, o personal trainer Diego Mosca Lorena de Souza e o empresário Bruno Portieri.

Criado no final de janeiro, o documento diz que a homofobia tem exposto a comunidade LGBT a uma condição vexatória e que é preciso haver punição para os criminosos. “Queremos e exigimos uma resposta positiva em favor dos LGBTs que sofrem todos os dias agressões diversas e pior, isto acontece também por falta de punição adequada e que sirva de exemplo aos demais. Nossos direitos estão sendo supridos, direitos fundamentais, como o de ir e vir, por exemplo, somos reféns e como cidadãos vivemos assutados e sempre a espera de nossos algozes. Criminalização da homofobia de quem as incitam através de seus discursos de ódio e daqueles que as praticam”, dizia o texto.

A dupla estava presa desde dezembro do ano passado, quando espancaram o estudante porque ele foi reconhecido como gay. O habeas corpus dos dois foi concedido pelo desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Newton Neves, que entendeu que há um conflito em relação ao tipo de acusação que pesa sobre Diego e Bruno.

A petição já conta com mais de 4 mil assinaturas eletrônicas. Espera-se que cinco mil pessoas a assinem.

Clique aqui para ver e assinar o abaixo-assinado.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Rita Ora (nova promessa do pop) assume namoro lésbico com modelo

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Depois de ter declarado no Grammy Awards não ter tempo para o sexo oposto, Rita Ora confirmou ao “The Sun” seu namoro com a modelo Cara Delevingne. A entrevista ocorreu em Londres pouco antes de uma apresentação.

“Ela é oficialmente minha. Ela não está disponível, peguei pra mim. Nos chamamos de 'marida'. Você sabe o que 'marida' significa? É como a sua outra metade. Quando você casar ela será a sua esposa!”, assumiu.

Segundo Rita, elas se conheceram em um festival através de amigos em comum. Desde então, saíram algumas vezes e depois ficaram algum tempo sem se ver. Mas com a reaproximação não se desgrudaram mais. “A gente se aproximou, começamos a conversar mais e mais. E agora nós estamos sempre juntas”, disse.

Ainda durante a conversa com a publicação britânica, Rita declarou que estava um pouco triste porque Cara estava em Nova York trabalhando e que, naquele momento, estavam trocando mensagens.

A cantora e atriz foi namorada de Robert Kardashian, irmão de Kim. Mas também apontada como paquera dos cantores Bruno Mars, Drake e Harry Styles. Nascida em Kosovo e naturalizada britânica, Ora tem seus passos guiados por Jay-Z, que também apostou em Rihanna. 

Abaixo, uma foto romântica do casal feito pelo badaldo fotógrafo Rankin. Na sequencia, um dos vídeos recentes de Rita Ora: “Radioactive”.



Hoje é dia de programa do Muza na rádio UFMG

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People! Como sabem, o Muza está com um programa semanal na Rádio UFMG educativa: Momento Muza! Isso mesmo! A locução é do jornalista responsável pelo Muza, o Valmique. 

Logo mais, às 14h30, sintonize na frequência 104,5 FM ou acesse o site da rádio e como cantaria Madonna... Turn Up The Radio! ;)

Comentários, críticas e sugestões são super bem-vindos! Quer enviar sugestão de assunto ou música? Envie e-mail para contato@muza.com.br e coloque no assunto "rádio'. Ou simplesmente, deixe seu comentário abaixo!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Veja, na íntegra, o documentário da Beyoncé “Life Is But A Dream”

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Ontem foi ao ar na tv dos Estados Unidos, e de forma não oficial na web, o documentário “Life Is But A Dream” da Beyoncé. Abaixo, você pode vê-lo, sem legendas e na íntegra. Aperte o play rápido antes que tirem do ar! ;)

De forma geral, o documentário, em tom de desabafo, traz Beyoncé explicando o desligamento de seu pai em seus negócios, explicações sobre o absurdo dos boatos de gravidez falsa, o processo de gravação do disco “4”, os ensaios e bastidos de shows e performances, como a do Billboard Music Awards de 2011, a relação de amor de Queen B com sua família, em especial Jay Z e a pequena Blue Ivy, que pela primeira vez é exibida nitidamente (imagem ao lado), e a revelação de que antes de Blue Ivy Beyoncé sofreu um aborto. 

Disco novo? Nada revelado, a não ser o trecho de uma música inédita chamada “Runaway”. 



Drag queen reproduziu todo o show da turnê MDNA (veja o vídeo completo)

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Que tal ver o show completo da MDNA Tour? Mas não é qualquer show. É a reprodução da última turnê da Madonna feita por uma drag queen italiana, chamada Janina Stars, em uma boate local no último mês de dezembro. É só apertar o play! Ah! Como ficamos sabendo? O facebook oficial da Madonna que divulgou com a seguinte frase: "Italians do it better!!!". Ahazô!


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Filme com Glória Pires interpretando lésbica é bem recebido em Festival internacional

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Como o Muza já havia adiantado, estreou no Festival de Berlim, nesta semana, o filme “Flores Raras”, que fala do romance entre a poetisa Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares, vividas por Miranda Otto e Glória Pires, respectivamente. 

Ao final da exibição, o diretor do longa, Bruno Barreto, se emocionou com a recepção calorosa do público, que dedicou ao filme o mais longo aplauso desse festival.

Baseado no livro "Flores Raras e Banalíssimas", de Carmem Lúcia de Oliveira, o longa se inicia em 1951, quando Bishop viaja ao Rio de Janeiro na busca de inspiração e se aloja na casa de Mary, uma antiga colega de estudos, e de sua companheira, Lota. Dando início a uma relação a três, já que Mary não quer abrir mão de Lota.

A mãe de Bruno Barreto e produtora do filme, Lucy Barreto, adquiriu o direito de filmagem do livro em 1997. Ela disse que o longa foi o sonho de sua vida durante 17 anos. “Tive a oportunidade de conhecê-las nos anos 50 e sim, foi o grande amor das duas”, disse em entrevista. Para a produtora, “foi o amor da maturidade”, pois “Lota tinha 41 e Elizabeth, 40, e ficaram juntas por 15 anos. Acho que teriam ficado para sempre, se Lota não tivesse morrido”, completou.

Lucy disse ainda que após ler o romance soube que o papel de Lota era da Glória Pires. Segundo ela, a atriz teve a mesma sensação, mesmo sem ainda ter um roteiro. O diretor também parece feliz com a escolha. “Gloria e Miranda são a essência do filme", afirmou Bruno Barreto na coletiva.

No Brasil, “Flores Raras” tem previsão de estreia em 9 de agosto.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

ColunaZs – “Rucapitulando: Aquele da esperança do bafão”(terceiro episódio do RuPauls Drag Race)

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“this is the main event, are you ready?”

Atenção: Este texto contém spoilers do terceiro episódio de RuPaul’s Drag Race, quinta temporada. A série é exibida no Brasil por alguns canais de TV a cabo, mas é possível encontrar links para ver por streaming internet afora. Há ótimas fan-pages no Facebook sobre o programa com dicas ótimas de onde ver! 

Anteriormente, em RuPaul’s Drag Race: as drags lançaram olhares de reprovação por Serena ter ficado, dublaram cenas de outras temporadas do reality, se vestiram para abalar, Monica Beverly Hillz contou que está em processo de readequação sexual e Serena finalmente foi posta para fora. Ou seja, nada de tão interessante!

Uma das coisas mais legais de RuPaul’s Drag Race é que a edição do programa sempre dá o tom, nas primeiras cenas, do que vai rolar no episódio. Por isso ficamos na expectativa de que o programa seria incrível quando, logo de cara, mostraram as cenas da Coco Mantrese chegando e levando aquele susto ao ver Alyssa Edwards por lá. O problema, entretanto, é que essas cenas são mais do que o episódio tem a oferecer, e nossa expectativa cai por terra. O programa perde em dinamismo, em conteúdo e fica – nunca pensei que fosse dizer isso – chato. Não aquele chato novela da Globo, que a gente nem entende o motivo que nos faz continuar assistindo. Até porque a host desse show é uma das drags mais famosas dos Estados Unidos e o timing cômico de bonita é incrível. Mas um chato para quem já viu as outras edições e sabe que esse programa pode render mais. 

Talvez o maior problema dessa temporada seja, ao meu ver, o elenco. Todos estão muito parecidos nas atitudes. Se a gente não contar esse pequeno atrito entre Coco e Alyssa, as drags estão muito unidas, muito “irmãs”. Cadê aquele bullying logo de cara com a Mimi Unfirst, ou Shangela sendo a dramática na terceira temporada? Cadê Jiggly Caliente sendo gongadíssima na quarta? Se eu fosse a RuPaul mudava o “don’t fuck it up”, frase clássica com a qual ele deseja boa sorte para as drags, por “this is not RuPaul’s best friend race”.

E, se o elenco é ruim (em reality, novela, programa de auditório, que seja), não há prova, não há host, não há roteiro que salve. O terceiro episódio do programa tinha tudo para ser super divertido, gargalhadas mil, trocadilhos inteligentes, como foi o episódio do espaço da terceira temporada, ou dos produtos “extra-greasy” na segunda. Mas foi apenas engraçado e, como disse Michelle Visage, “eu paguei cinco dólares para ver um show de drag”. 


O tema desse programa era o universo infantil. Para o mini-desafio, as drags se dividiram em duplas e foram colocadas para montar manequins de criança como se fossem pequenas misses. Alaska e Lineysha ganharam o desafio com “Lil’ Pound Cake”, uma boneca cheia de atitude que, claramente, era a representação de Alaska e não tinha nem um pouco de Lineysha. 

Para o desafio principal, as drags foram divididas em dois grupos para criar um programa de TV para crianças. Ou seja, um programa divertido, cheio de energia, colorido, porém com algum ponto educativo. Claro que quando você coloca drags para fazer um programa assim as piadas de duplo-sentido pulam na tela, como trocadilhos com a palavra blow (que pode ser assoprar ou uma gíria para sexo oral), ou box (que é caixa na definição do dicionário ou o órgão sexual feminino). Dos dois grupos, o da Alaska se destacou incrivelmente mais. Inclusive, os próprios jurados ficaram chocados com o programa do time Lineysha. Não tinha timing, as piadas eram ruim e ninguém parecia conectado. Apenas Jinkx Monsoon se destacou positivamente, enquanto as outras drags fizeram um trabalho apenas regular. Do time Alaska, Detox, Roxxxy e a capitã da equipe foram incríveis (o trio que comentei no rucap passado), apesar de Alaska ter vindo vestida de homem, o que causou certo desapontamento da parte de RuPaul e Michelle, que estavam ajudando a preparar os esquetes. 

De volta ao estúdio, Coco e Alyssa finalmente ficaram cara a cara para discutir o passado (nessa hora, Detox aparece em um depoimento falando que queria pipocas pois a coisa ficaria interessante – veneno puro!). E aqui vocês entendem o motivo do título do rucap. Quando as duas foram para um canto do estúdio ficamos esperando um bafão, mágoas sendo expostas, gritos, giletadas... Mas não foi isso que aconteceu. Coco disse que aceitou a coroa, mas que ficou chateadíssima por ser coroada no lugar da amiga. Mas não explicou de fato o motivo pelo qual Alyssa perdeu a coroa, se Coco ficou realmente chateada e o que de fato acontece. Talvez a produção esteja guardando um bafão maior, e isso foi apenas o teaser. O que seria ótimo, diga-se de passagem. 


Para o desfile principal, as drags foram desafiadas a criar looks inspirados no rosa (“Think Pink”, como na canção do filme Funny Face). Foi tanto rosa desfilando naquela passarela que parecia a nova coleção da casa Barbie. Adorei os looks de Alaska, Detox e Jade Jolie, que me lembrou os looks de Willam da quarta temporada. A vencedora da semana foi Detox, que realmente mereceu. O look estava ótimo e a galinha que ela criou para o programa nos fez rever o conceito de interpretação de galinha de Jessica Wild, na segunda temporada (Jessica fez o papel de galinha em um dos desafios). Coco Mantrese e Monica Beverly Hillz foram as piores da semana, e dublaram “When I grow up”, das Pussycat Dolls. Coco foi infinitamente melhor que Monica (as habilidades de dublagem de Coco já tinham sido destacadas no programa anterior), e ficou no programa. 

Uns dias atrás, conversando com um amigo que também é fã do reality, chegamos a conclusão que as drags dessa temporada têm muito em comum com as das temporadas passadas. E o objetivo aqui é que elas se mostrem, que elas digam quem são e o que têm a oferecer. Ainda não vimos nenhuma drag dizer a que veio. Mas ainda temos muitos episódios pela frente. Espero que elas sejam mais drags e muito mais queens!

Texto de Flavimar Dïniz. Ele está na internet desde 1999, quando sofria com conexões discadas e downloads a 3.4 kbps. Começou no mundo dos blogs em 2002 e não entende como não ficou rico com internet igual a tantos outros de sua geração. Adora música, cinema, literatura e jornalismo, sua formação profissional. Escreve sobre o ele achar que dê um texto de mais de 140 caracteres.