quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Nos EUA, ex-pacientes para serem “ex-gays” processam centros “de tratamento”

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(Via O Tempo On Line) A "terapia de conversão" gay, que alega conseguir ajudar homens a superarem a atração indesejada por pessoas do mesmo sexo - mas que tem sido amplamente atacada como não científica e danosa - está enfrentando os primeiros processos judiciais. No fim do último mês, em Nova Jersey, quatro homens gays que tentaram a terapia entraram com um processo contra um prominente grupo de aconselhamento, acusando-o de práticas enganosas, apoiados no código do consumidor dos Estados Unidos.

Os ex-clientes afirmam que foram emocionalmente feridos pelas falsas promessas de uma transformação interna e por técnicas humilhantes que incluíam tirar a roupa na frente do conselheiro e bater em imagens de suas mães. Eles afirmam terem pagado milhares de dólares durante o tempo do tratamento, somente para ouvirem que a falta de mudanças em seus sentimentos sexuais era culpa deles mesmos.

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O grupo em defesa dos direitos homossexuais Southern Poverty Law Center está entrando com uma ação em nome dos quatro ex-pacientes do grupo e também de duas de suas mães, que afirmam que não só pagaram inutilmente milhares de dólares para seus filhos como também gastaram muito com aconselhamento para desfazer os danos.

No centro do caso do Estado de Nova Jersey, está um centro de aconselhamento chamado Jews Offering New Alternatives for Healing (ou Judeus Oferecendo Novas Alternativas de Cura, em livre tradução), ou Jonah, juntamente com seu co-fundador, Arthur Golberg, e um "coach de vida" associado, Alan Downing. (...)Nem Goldberg nem Downing têm licença para trabalhar como terapeutas, então, não estão sujeitos às sanções das associações profissionais.

O grupo se descreve como "dedicado à educação da comunidade judaica mundial sobre os fatores sociais, culturais e emocionais que levam à atração sexual por pessoas do mesmo gênero" e afirma "trabalhar diretamente com aqueles que estão lutando contra atrações homossexuais indesejadas", incluindo não judeus.


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