quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Veja, na íntegra, o programa sobre "Sair do Armário" que o Muza participou

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People! Como sabe, o Muza participou, através da presença do jornalista responsável pelo site: Valmique, do programa “Brasil das Gerais” exibido pela Rede Minas. O tema do programa, que foi ao ar na última sexta-feira, foi “sair ou não do armário”. Agora, ele já foi disponibilizado, na íntegra, online.  Abaixo, você pode ver todos os vídeos.

Além do Valmique, também participaram do programa a psicóloga Dalcira Ferrão; o jornalista, que também colabora no Muza, Ruleandson do Carmo; a advogada e diretora de informação sobre direitos humanos da Secretaria de Estado e Desenvolvimento Social de Minas Gerais, Érika Pretes; além da banda Dolly And The Piercings, que tem no vocal Dolly Piercing, que é colunista aqui no Muza. A apresentação é feita pela carismática jornalista Roberta Zampetti.





crédito foto: Dirceu Aurélio.

Google pede a aprovação do casamento gay através de vídeos

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Mais uma vez o Google sai na frente em apoio ao casamento gay. Para pedir a aprovação da população ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, a empresa criou vários vídeos defendendo a união gay. No próximo dia 6 de novembro, os estados de Maine, Maryland e Washington fazem referendo para aprovar o enlace homossexual. Já em Minnesota, uma votação quer definir uma única forma de matrimônio: a união entre um homem e uma mulher.

Em um dos vídeos, funcionários LGBTs da gigante da internet pedem o apoio da população pela aprovação da lei. Há outros vídeos no qual famílias formadas por dois homens e duas mulheres dos estados onde acontecerá a votação falam um pouco das suas histórias.

Apenas seis estados norte-americanos permitem em lei a união gay. São eles: Nova York, Connecticut, Iowa, Massachusetts, New Hampshire e Vermont, além do Distrito de Columbia, ao qual pertence Washington. Dos quase 200 países, só em 37 o matrimônio homossexual é reconhecido. E mesmo assim, o negócio é mais ou menos. Somente em 11 países ele, realmente, tem status de casamento. Outros 13 não dão o nome casamento, e sim de união estável homoafetiva, como ocorre no Brasil.

Outras empresas do mundo virtual também deram apoio, inclusive financeiro, à igualdade dos direitos civis nos Estados Unidos. Entre elas, estão a Amazon, Facebook, Apple e Microsoft. Em 2010, o Google cdesenvolveu a campanha “It’s Gets Better” para combater o bullying contra jovens gays.





terça-feira, 30 de outubro de 2012

Escritora afirma que Matt Bomer não foi o Superman por ser gay

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“Matt Bomer... tinha tudo para ser Supermam. Ele nunca havia saído do armário, mas as pessoas sabiam que ele era gay”, declarou a escritora Jackie Collins, em lançamento de seu livro The Power Trip, sobre o motivo de Bomer ter perdido o papel para interpretar o super-herói. Ele chegou a fazer teste para estrelar o longa Superman: Flyby, que não chegou a ser rodado.

O ator, que estrela o seriado White Collar, revelou sua sexualidade em fevereiro durante discurso de agradecimento em uma premiação, em que chegou a agradecer a sua família e ao namorado Simon Halls (foto do casal abaixo).

Collins não revelou a fonte da informação. Ela ainda disse que o fato de Hollywood boicotar atores homossexuais como protagonistas deveria acabar, “mas há mulheres lá fora que precisam adorar alguém. Se Justin Bieber disser que é gay, vai perder todas as suas fãs. É uma triste realidade. É por isso que muitos gays casam, engravidam suas mulheres e seguem com o segredo pela vida inteira”.

Vale lembrar que Matt estrela ao lado de Channing Tatum, Alex Pettyfer, Matthew McConaughey e Joe Manganiello, o filme Magic Mike, onde interpretam strippers. A comédia dramática estreia em novembro aqui no Brasil.


Kazaky, a “boy band de salto alto”, lança novo clipe e seu primeiro álbum

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Bee! Acima, vocês podem ver o mais novo vídeo-clipe da Kazaky, a "boy band de salto alto". A música escolhida foi "Last Night". Famosos por suas coreografias perfeitas, salto alto e visual fashionista, dessa vez, os meninos do Kazaky criaram um mundo pós-apocalíptico e apostaram num conceito psicodélico para seu quinto vídeo. No clipe, o quarteto interage em meio a várias mulheres (isso mesmo, mulheres!) vestindo apenas cuecas, numa performance bem pegação. As sequências são marcadas com imagens estáticas dos rapazes e seus carões, alternadas com movimentos acrobáticos em meio a muito pó e tinta.

Apesar da mudança, os bailarinos ucranianos continuam exibindo muita sensualidade. “Last Night” tem a mesma vibe baladinha presente em trabalhos como “In The Midle” e “Love”. O single faz parte do primeiro álbum da banda, The Hills Chronicles, lançado no iTunes na última segunda-feira, dia 22, que será promovido pelo site da revista americana V Magazine. Abaixo, você pode ver a capa do disco.

Confira o tracklist do álbum:

01. Symphony No. 404
02. Game Over
03. I Can’t Stop
04. Last Night
05. In the Middle
06. Love
07. Barcelona
08. I’m Just a Dancer
09. Stop the Network
10. Dance and Change
11. Time
12. In the Middle (Remix)
13. Love (Remix)
14. I’m Just a Dancer (Remix)  


ColunaZs - "Infância não tem G"

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Hoje, 30/10, é a abertura da mostra TODXS DIVERSXS em BH. Serão exibidos filmes sobre identidade de gênero e sexualidade, todos seguidos de debates. A mostra traz no próprio nome um questionamento sobre gênero. Afinal, como se fala? Não existe pronúncia correta, não existe gênero definido. O filme exibido na abertura será ‘Tomboy’, a história de uma menina que se apresenta a novos amigos como menino.

A ideia de gênero nos é ensinada desde pequenos, a partir do “azul é de menino e rosa de menina”. Aprendemos os conceitos de feminilidade e masculinidade, como delicadeza e brutalidade, carros e bonecas, marido e mulher. Todos os conceitos do binarismo de gênero que domina nossa sociedade. Tais conceitos são reais apenas porque acreditamos neles, porque nós os validamos e repassamos.  Somos ensinados e ensinamos, às vezes sem perceber.

Mas quais seriam as alternativas? Como sempre, não existe receita de bolo. Mas alguns casos me chamam a atenção, como criar um criança neutra com relação ao gênero. A família da foto é um exemplo, não revelam o sexo biológico do bebê, que será criado com gênero neutro. No colo do pai, de tranças, está o irmão mais velho do bebê. Permitir que a criança se identifique com qualquer identidade, experimente e só então decida, ou não, se definir, parece interessante. Existem aqueles que são contra, e os que são a favor, dessa neutralidade de gênero. Alguns argumentos são até familiares “Isso vai confundir a criança!”, eu acho que mais confuso é crescer sem ser capaz de atender às expectativas de gênero que lhe foram impostas, mas enfim.

Existem também os casos como o do ‘Pai de Saia’. Ensinar a criança que “ser homem” ou “ser mulher” não define todos os seus comportamentos, gostos, roupas e etc. Que isso são apenas nomes dados por nós, separações criadas por nossas mentes. Ensinar a desafiar as definições de gênero.

Educar uma criança, um novo ser humano, é mais complexo do que simplesmente certo e errado, não existe receita, não existe a melhor maneira de educar. Cada família, de acordo com sua realidade e crenças, tenta encontrar a melhor forma. Não sei se criar uma criança sem gênero é a melhor opção, mas usar o binarismo de gênero não tem funcionado muito bem.

Gênero, assim como muitas outras coisas, é uma invenção nossa. De fato, o gênero não existe. Criamos categorias para facilitar a identificação, mas é mais do que obvio que nossas categorias são falhas e que muitos se recusam a aceitar uma ‘reforma do modelo binário’. Não possuímos gênero quando somos bebês, aprendemos com o tempo. Se formos olhar a realidade, não existe gênero na infância, não existe gênero na adolescência, não existe gênero na vida adulta, não existe gênero na velhice. Quem coloca um G gigante em todas essas etapas? Nós mesmos.

*Becha Má é twittera toda trabalhada no veneno purpurinado. The Bitch says: follow my ass!