

Há uma semana os irlandeses do The Cranberries fizeram um show em Belo Horizonte. A banda liderada por Dolores O´Riordan é para mim um belo sabor nostálgico dos anos 90 e da minha adolescência. Ao ver o show esta nostalgia se confirmou, mas não se limitou a isso. Ao vivo eles são uma excelente banda de rock´rn´roll e autores de algumas das melhores músicas de todos os tempos.
Logo na primeira canção, Dolores entrou com a bandeira de Minas Gerais amarrada em suas costas. Conquistando assim, de cara, o público presente, que lotou o Chevrolet Hall. Mas não precisava de bandeira alguma, foi só tocar um hit das antigas, “Animal Instict”, que o público se mostrou nas mãos da banda. Na sequência veio “Linger”, um clássico, e assim, se alguém tinha algum receio, se entregou completamente.
A banda faz um som pesado, bem rock´n´roll, o que pode espantar alguns por conhecer alguns hits mais “leve” dos Cranberries. O vocal de O´Rioran é único e bem caracterísco, e ao vivo é tão potente quanto nos discos. Sua presença de palco também é algo admirável: ela dança, corre, toca instrumentos, conversa com o público e sua voz lá: bela e intacta. Mas infelizmente a acústica do Chevrolet Hall não favoreceu com que pudéssemos desfrutar tudo da melhor maneira possível, em alguns momentos, não se conseguia identificar algumas partes das músicas. Lamentável!

Apesar deste grave problema, o público não se importou. A cada canção vibrava, cantava, dançava e pulava junto com a banda. Era tamanha a entegra que me faz afirmar, sem medo de errar, que se tratou do público mais animado que já presenciei no Chevrolet Hall. E olha que já fui em bastante show por lá.... como Keane, Moby e Alanis Morissette. Até eu fiquei espantado com tamanha entrega. Talvez por isso, Dolores não cansava de elogiar a platéia e a cidade. Sem contar nas bandeiras da Irlanda que se estenderam ao longo do show, como prova do carinho da platéia com a banda.
Em “Salvation”, por exemplo, o local se tornou uma enorme pista de dança eloqüente. Com cada um dos presentes dançado de um jeito único, inclusve esse que vos esreve. O repertório foi baseado nos hits. Afinal, a banda deu uma parada de 7 anos e seu último disco de inéditas tem quase uma década que foi lançado. Mas no fim era isso que todos queriam, afinal, acredite se quiser, esta foi a primeira vez que o The Cranberries se apresentou no Brasil.
Todos os hits foram tocados ao longo de 1 hora e 40 minutos, sobretudo os do disco “No Need To Argue”, de 1994. Em “Ode To My Family”, Dolores desceu para perto da platéia. Foi ótimo ter presenciado ao vivo performances de “Zombie”, “Free To Decide”, “Ridiculous Toughts”, “When Your Gone” e "Dreams", que encerrou a noite. Para mim só faltou “Just My Imagination”, mas em compensação eles tocaram “Empty” e “Daffodil Lament”, uma agradabilíssima surpresa e uma das minhas favoritas.
Como disse na introdução, o show do The Cranberries foi uma mistura de nostalgia, rock´n´roll e muito, muuuuuuuuuuito suor. Abaixo você confere alguns vídeos que também comprovam isso.
Logo na primeira canção, Dolores entrou com a bandeira de Minas Gerais amarrada em suas costas. Conquistando assim, de cara, o público presente, que lotou o Chevrolet Hall. Mas não precisava de bandeira alguma, foi só tocar um hit das antigas, “Animal Instict”, que o público se mostrou nas mãos da banda. Na sequência veio “Linger”, um clássico, e assim, se alguém tinha algum receio, se entregou completamente.
A banda faz um som pesado, bem rock´n´roll, o que pode espantar alguns por conhecer alguns hits mais “leve” dos Cranberries. O vocal de O´Rioran é único e bem caracterísco, e ao vivo é tão potente quanto nos discos. Sua presença de palco também é algo admirável: ela dança, corre, toca instrumentos, conversa com o público e sua voz lá: bela e intacta. Mas infelizmente a acústica do Chevrolet Hall não favoreceu com que pudéssemos desfrutar tudo da melhor maneira possível, em alguns momentos, não se conseguia identificar algumas partes das músicas. Lamentável!


Apesar deste grave problema, o público não se importou. A cada canção vibrava, cantava, dançava e pulava junto com a banda. Era tamanha a entegra que me faz afirmar, sem medo de errar, que se tratou do público mais animado que já presenciei no Chevrolet Hall. E olha que já fui em bastante show por lá.... como Keane, Moby e Alanis Morissette. Até eu fiquei espantado com tamanha entrega. Talvez por isso, Dolores não cansava de elogiar a platéia e a cidade. Sem contar nas bandeiras da Irlanda que se estenderam ao longo do show, como prova do carinho da platéia com a banda.
Em “Salvation”, por exemplo, o local se tornou uma enorme pista de dança eloqüente. Com cada um dos presentes dançado de um jeito único, inclusve esse que vos esreve. O repertório foi baseado nos hits. Afinal, a banda deu uma parada de 7 anos e seu último disco de inéditas tem quase uma década que foi lançado. Mas no fim era isso que todos queriam, afinal, acredite se quiser, esta foi a primeira vez que o The Cranberries se apresentou no Brasil.
Todos os hits foram tocados ao longo de 1 hora e 40 minutos, sobretudo os do disco “No Need To Argue”, de 1994. Em “Ode To My Family”, Dolores desceu para perto da platéia. Foi ótimo ter presenciado ao vivo performances de “Zombie”, “Free To Decide”, “Ridiculous Toughts”, “When Your Gone” e "Dreams", que encerrou a noite. Para mim só faltou “Just My Imagination”, mas em compensação eles tocaram “Empty” e “Daffodil Lament”, uma agradabilíssima surpresa e uma das minhas favoritas.
Como disse na introdução, o show do The Cranberries foi uma mistura de nostalgia, rock´n´roll e muito, muuuuuuuuuuito suor. Abaixo você confere alguns vídeos que também comprovam isso.









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