segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Veja o videoclipe da música "Downtown" da Anitta com J Balvin

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Agora sim ! Depois da música ter sido liberada ontem, veja o aguardo videoclipe da Anitta para a música em espanhol “Downtown”, com a participação de J Balvin. O clipe segue a vibe da música: sexy. A história do vídeo mostra os dois como uma dupla que adora dar golpes em cassinos. 

“Downtown” segue a linha reggaeton mas mais lenta e sexy e sim, é mais uma música do projeto Xeque-Mate ou CheckMate da cantora que lança uma música nova por mês. Antes de "Downtown", o lançamento foi "Is That For Me" em parceria com o DJ Alesso Anitta dará uma coletiva de imprensa ainda hoje no Rio de Janeiro sobre o lançamento da música e videoclipe. 



Espetáculo “Aqueles Dois” celebra 10 anos em cartaz com temporada em BH

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O espetáculo teatral de temática homossexual “Aqueles Dois”, montagem da Cia. Lua Lunera e inspirado no conto de mesmo nome do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996), retorna aos palcos de BH em nova temporada no final de novembro e início de dezembro. O Muza já assistiu e recomenda!

A montagem do espetáculo Aqueles Dois pela Cia. Luna Lunera comemora uma década em novembro de 2017. A peça, que narra a relação entre Raul e Saul, dois funcionários de uma repartição que compartilham o ambiente de trabalho burocrático e monótono e ali desenvolvem laços afetivos, foi inspirada no conto homônimo de Caio Fernando Abreu.

10 anos em cartaz

Ao longo de 10 anos, o espetáculo já foi apresentado em 25 capitais e em mais de 100 cidades brasileiras, completando 400 apresentações durante a temporada comemorativa. Além disso, vem realizando marcantes participações em festivais internacionais, em países como Argentina, Colômbia, Costa Rica, México, Uruguai e Venezuela.

A “repartição” funciona como metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho e pano de fundo para o surgimento de laços de cumplicidade entre os dois novos funcionários. É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão.

 “O espetáculo partiu de improvisações e imersões na obra de Caio Fernando Abreu. O coletivo de criadores propôs, sobrepôs e experimentou seus próprios roteiros. E não houve a escolha de um único diretor. O processo transformou-se num exercício de direção e dramaturgia compartilhadas.”, explica o codiretor Zé Walter Albinati.

Texto e espetáculo possibilitam uma diversidade de leituras e percepções sobre o universo "daqueles dois". São múltiplas as citações ou simples menções a artistas e obras de áreas diversas, locações urbanas, letras de músicas, filmes, épocas, onde o Caio Fernando Abreu mistura, despudoradamente, seus mundos biográfico e ficcional. Os criadores, por sua vez, revezam-se nos papéis de Raul e Saul, narram trechos, sugerem os outros personagens da “repartição” e inserem suas próprias referências e leituras para o texto de Caio. Há ainda no cenário, no figurino, na música e no texto uma intencional simultaneidade, abrangendo a várias décadas.

Dentre as várias temáticas abordadas pelo espetáculo, como a solidão e a aridez dos ambientes de trabalho, uma delas chama a atenção pela sua grande importância social e ainda um tabu nas discussões: a homofobia. Dez anos após a estreia do espetáculo, essa questão passou a ser mais discutida pela sociedade em distintos núcleos sociais. O Brasil é o campeão mundial de crimes contra minorias sexuais. Em 2016, segundo dados divulgados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), foram mortos 343 LGBT’s (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais). Uma média de um homicídio a cada 25 horas. Para se ter uma ideia da situação alarmante que o país enfrenta, o número de crimes contra LGBT’s em 2000 era de 130, saltou para 260 em 2010, e chegou a 343 em 2016. Um aumento de 240 % em 16 anos. Assim, o espetáculo mostra-se mais atual do que nunca.  




Premiações

O espetáculo foi premiado como melhor espetáculo e melhor direção no 13º Prêmio Sesc-Sated/MG (2008) e no 5º Prêmio Usiminas- Sinparc (2008). Em 2009, foi indicado ao Prêmio Shell São Paulo nas categorias de melhor direção, cenário e iluminação, vencendo nesta última. Em 2015, recebeu o prêmio de espetáculo revelação no FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa.

Ficha artística completa
Concepção: Cia. Luna Lunera
Texto: Caio Fernando Abreu
Diretores/Criadores: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e Zé Walter Albinati
Em cena: Cláudio Dias, Guilherme Théo, Marcelo Souza e Silva e Odilon Esteves
Relator do Processo: Zé Walter Albinati
Workshop de Ações Vocais: Odilon Esteves
Workshop de Contato Improvisação: Cláudio Dias
Workshop de Voz e Arranjo Vocal: Zé Walter Albinati
Cenário e Figurino: Núcleo de criadores do espetáculo
Consultoria de Figurino: Carla Mendonça
Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho
Criação Gráfica: Frederico Bottrel
Assessoria administrativa: Felipe Montesano
Assessoria de Comunicação: Mateus Meireles
Produção Executiva: Nathan Coutinho
Coordenação de produção: Larissa Scarpelli

Cia. Luna Lunera (16 anos)

Fundada em 2001, a Cia. investe em diversificados caminhos de criação através da pesquisa continuada e do diálogo com outros criadores contemporâneos do teatro, da dança, da música e das artes visuais. Tem como prática abrir seus processos criativos para o público, criando um espaço de diálogo e compartilhamento - chamado Observatório de Criação. Em seus trabalhos, busca conjugar investigações corporais, jogo cênico, uso da música como parte integrante das propostas dramatúrgicas e inserção autoral nos processos artísticos. Construiu, em dezesseis anos de trajetória, sete espetáculos, com ampla repercussão nacional: “Perdoa-me por me traíres” (2001); “Nesta Data Querida” (2003); “Não desperdice sua única vida ou...” (2005); “Aqueles Dois” (2007); “Cortiços” (2008); “Prazer” (2012) e “Urgente” (2016).

Serviço
Temporada de 10 anos do espetáculo Aqueles Dois
Datas: de 23/11 a 26/11 e 30/11 a 03/12
Local: Teatro de Bolso do SESIMINAS  (Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia)
Horário: de quinta a sábado – 20h / Domingo – 19h
Valor: R$30,00 - inteira / R$15,00 - meia-entrada – clique aqui para comprar


domingo, 19 de novembro de 2017

Nesta quarta acontece apresentação única do espetáculo Cancioneiro Queer em BH

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O concerto cênico Cancioneiro Queer retorna a Belo Horizonte para apresentação única nesta semana. Será na quarta-feira, 22 de novembro. O espetáculo é do artista Marcelo Kuna, no qual ele apresenta canções LGBT desde cabarés alemães à contemporaneidade em um concerto cênico em formato de cabaré, a apresentação envolve dança, teatro musical e ópera. 

Sobre o espetáculo 

Canções de repertório erudito-popular que atravessam a Ópera, Teatro Musical Brasileiro, além de canções da Broadway e Off Broadway são encenadas em formato inédito na cidade de Belo Horizonte. O repertório eclético aborda, por exemplo, canções do compositor russo radicado na Inglaterra Mischa Spoliansky, que criou composições consideradas como os primeiros hinos LGBT dos quais se tem conhecimento.

Integram ainda, o repertório, uma canção do compositor alemão radicado nos Estados Unidos Kurt Weill, pouquíssimo apresentada no Brasil. Weill, que compôs famosas peças musicais com o dramaturgo Bertolt Brecht, foi um dos primeiros compositores contemporâneos a abordar temática amorosa lésbica, como o faz na canção “Je ne t’aime pas”, da peça musical Marie Galante (1934).

Além dessas, “Non Monsieur Mon Mari” da ópera Les Mamelles de Tirésias, dos franceses Francis Poulenc e Jean Cocteau, também raramente executada no Brasil, será apresentada como parte do concerto. Com uma abordagem relativamente abrangente das experiências que, muitas vezes, ficam apenas ilustradas na “sopa de letrinhas” LGBT, Cancioneiro Queer circula por enredos amorosos e de descoberta homossexual, lésbica e transgênero.

Sobre Marcelo Kuna

Artista do corpo e cantor graduado em Comunicação das Artes do Corpo (PUC-SP). Foi agraciado com o Prêmio Jovem Músico BDMG, em 2010. Já participou de workshops no Graduate Musical Theatre Writing Program (Tisch-NYU), no Stella Adler Studio of Acting (Nova Iorque), na Royal Academy of Dramatic Art (RADA, Londres), com a V.O.I.C.Experience Foundation (Sherrill Milnes), com a DanceAbility International (Alito Alessi), e com o Núcleo Dança Aberta (São Paulo). Seus trabalhos em artes do corpo já foram apresentados no Centro Cultural São Paulo, no SESC Campinas, na São Carlos Videodance Festival e nos Estados Unidos. 

Ficha técnica  

Concepção: Marcelo Kuna
Arranjos: Fausto Borém, Fred Natalino
Versões em português: Marcelo Kuna
Iluminação: Tainá Rosa

Cantores: Marcelo Kuna, Sérgio Anders, Raissa Brant
Artistas convidados: Leonardo Mendonza, Clara Borém
Piano: Fred Natalino 
Contrabaixo: Fausto Borém 
Guitarra, Violão: Luísa Martins
Bateria: Matheus Rodrigues

Serviço
Espetáculo Cancioneiro Queer
Data: 22 de novembro (quarta-feira)
Horário:  20h30
Local: Teatro Marília (Avenida Prof. Alfredo Balena, 586 - Santa Efigênia, Belo Horizonte – MG)
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Na bilheteria (a partir das 18:30, no dia 22/11) – clique aqui para comprar
Classificação: 16 anos



Nada inspirador: faleceu o promoter e empresário Bruno Fialho

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Uma notícia triste, em especial para a cena noturna de Belo Horizonte: o promoter e empresário Bruno Fialho, 33 anos, faleceu no último sábado, 18 de novembro. Segundo amigos próximos, como informa notícia do site Vipado, Bruno estava internado para tratamento de um linfoma, tipo de câncer com origem no sistema linfático. 

Bruno foi  um promoter atuante na noite de Belo Horizonte. Em sua trajetória, ganhou destaque quando trabalhou no marketing e produção de festas da Josefine, por volta do ano de 2011 – o Muza inclusive fez uma entrevista com ele neste período. Recentemente, era um dos sócios do Clube Factory e também foi responsável por festas no Fifty como a “A Cereja” e “Rise”. 

O velório e sepultamento aconteceu hoje, domingo, no Cemitério da Paz, em Belo Horizonte. O Club Factory postou uma nota nas redes sociais lamentando o falecimento de Bruno. 

Ouça a nova música em espanhol da Anitta com J Balvin

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Saiu! Hoje foi divulgada mais uma música em espanhol, aka vulgo carreira internacional, da Anitta. A canção é “Downtown” em parceria com J Balvin, responsável pelo mega hit “Mi Gente”. 

“Downtown” segue a linha reggaeton mas mais lenta e sexy e sim, é mais uma música do projeto Xeque-Mate ou CheckMate da cantora que lança uma música nova por mês. Antes de "Downtown", o lançamento foi "Is That For Me" em parceria com o DJ Alesso

O videoclipe será lançado em breve. Amanhã, Anitta dará uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro e revelará mais detalhes. Enquanto o videoclipe oficial não chega, foi lançado um videoclipe horizontal, tendência no momento, pelo spotify, mas que já está circulando na web como podem ver abaixo. 



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

População diz SIM à legalização do casamento gay na Austrália

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Esta semana está mais alegre, feliz e colorida para os australianos, porque foi na última quarta-feira, 15 de novembro, que foi divulgado o resultado da Votação Popular sobre mudança na lei que, até então, proíbe o casamento gay/homeafetivo no país. Felizmente, o sim ganhou. 

A votação acontecia desde setembro, quando começou a ser enviado para as pessoas que votam, cédulas com a pergunta: “Deve ser trocada a lei para permitir que pessoas do mesmo sexo se casem?”.

Segundo dados do Centro Australiano de Estatísticas, dos 12,7 milhões de eleitores que votaram, 61,6% foram favoráveis à legalização do casamento homossexual. 

Entretanto, isso não significa uma mudança imediata, mas sim, uma espécie de autorização para dar andamento aos projetos de lei a respeito, mas com o resultado, o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, já discursou a favor e disse que espera-se que antes do Natal a legalização do casamento gay/homoafetivo na Austrália seja uma realidade. 

É válido lembrar que a Kylie Minogue chegou a fazer uma campanha a favor e até mesmo marcas rivais de bebida se uniram para incentivar a população a votar sim.




quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Filme sobre policial que investiga morte do filho gay busca financiamento coletivo

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O cineasta brasileiro Ricky Mastro fará seu début em filmes de longa-metragem com o drama entitulado “7 Minutes”. O projeto conta com a campanha de financiamento coletivo recém-lançada na plataforma ulule para custear as filmagens, que se iniciam em março de 2018 na França.

Sinopse:  O filme se passa em Toulouse e conta a história de Jean, um policial de 55 anos que recebe uma mensagem de seu filho Maxime marcando um encontro em um hotel. Lá, ele encontra seu filho e seu namorado, ambos, enforcados. A autópsia mostra que seu filho foi vitima de uma overdose de GHB 7 minutos depois de seu namorado. Na vigília organizada pelos amigos de seu filho, Jean descobre que ele era um cliente assíduo do clube BISOU. Lá, ele conhece Fabien que vê em Jean traços que lembram Maxime, seu amor secreto. Procurando encontrar mais informações a respeito da morte de seu filho, Jean aparece várias vezes nas noitadas do clube e rapidamente é adotado pelos frequentadores de lá. Enquanto Fabien começa a ficar interessado por Jean, este começa a misturar o sentimento de seu luto à vontade de descobrir o universo de seu filho. Os dois homens desenvolvem em uma relação, até que Jean descobre que Fabien foi o vendedor do GHB que matou seu filho.

Sobre a produção

A produção independente é mais uma iniciativa de baixo orçamento apoiada pela Université Toulouse Jean Jaurès e pela École Nationale Supérieure de L'audiovisuel (ENSAV - Escola Nacional Superior de Audiovisual Francesa), onde o autor estuda. A competente Yasmin Pastore Abdalla assina como produtora executiva e terá Cosimo Santoro (pela The Open Reel) como produtor associado.

O projeto já nasceu vencedor, ganhando o prêmio FSDIE (Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento de Iniciativas Estudantis) da Université Toulouse Jean Jaurès. A julgar pelas obras anteriores do jovem diretor, “7 Minutes” promete ser um grande sucesso ao chegar às telonas, principalmente nos festivais internacionais de cinema, incluindo o Brasil.

Em menos de 10 anos, Ricky Mastro escreveu e dirigiu sete curtas-metragens com temática LGBT. Em 2015 finalizou o premiadíssimo ‘Xavier’, que é distribuído pela The Open Reel (Itália) e que já foi visto em mais de 15 países. Em 2016 filmou ‘A Ratoeira’ e em 2017 lançou ‘A Tempestade’, seu último filme, que também contou com financiamento coletivo. Quando fala sobre a estreia nos “longas”, o engajado diretor deixa transparecer seu entusiasmo: “o universo gay, as drogas, as tragédias pessoais e o mistério das relações e afetos são como um prato saboroso a ser degustado sem pressa. Um longa oferece mais tempo ao público para saborear e refletir sobre essas questões”, comenta Ricky.

Com um roteiro recheado de segredos e mistérios que vão se revelando aos poucos, “7 Minutes” tem todos os ingredientes de um filme marcante e polêmico. Para quem quiser participar, basta acessar o link do projeto na plataforma ulule e escolher um valor de contribuição. Ricky lembra que: “há recompensas crescentes de agradecimento por cada valor aportado. No mínimo, seu nome aparecerá nos créditos finais do filme. Uma excelente oportunidade para quem deseja fazer parte desse universo maravilhoso do cinema e, de quebra, apoiar a causa da diversidade e da liberdade de expressão”.

Sobre o diretor 

Ricky Mastro se formou em Artes Dramáticas pela Universidade de Washington, em Seattle, no ano de 2000. De volta ao Brasil, alguns anos mais tarde, ele se formou em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado (São Paulo), com mestrado pela Universidade Anhembi Morumbi. No ano de 2015, retomou os estudos em Toulouse (França) na École Supérieure d’Audiovisuel onde é aluno DURCA (Diplôme Universitaire de Recherche et de Création en Audiovisuel). Ricky é muito atuante no circuito de festivais LGBTQIA, sendo um dos criadores do RECIFEST (primeiro festival LGBT em Recife); recentemente atua como programador do DIGO (Festival Internacional de Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás) em Goiânia.

Serviço 
Financiamento Coletivo
Filme – 7 minutos
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